17 de agosto de 2015

À ESPERE DOS TEUS BRAÇOS.



Como resistir a você se é você que é o meu ponto fraco? Era então só ver uma foto tua com aquele cabelo longo-dourado, jogado de lado, franja batendo no olho e aquele sorriso estampando de garota segura, mas que ainda lhe falta algo, para o meu amor de novo renascer. Como te livrar da imaginação de toda parte de ti e daquilo que fomos estás em meu coração? Como não lembrar da saudade que sentíamos um pelo-outro se ainda não vivemos aquilo que um dia desejávamos? Como lhe desejar tanto aqui sem poder tê-la novamente? Seria abuso da minha parte te querer de volta? Será possível acreditar que ainda podemos ser um só dentro de nós, do que ser dois estranhos-desconhecidos? Custa muito acreditar no agora do que viver alimentando sua mente com o passado? Custa deixar o medo de lado e tentar ser feliz? Afinal, te espero ou te deixo?

Não amei antes
Por desperdiçar o tempo
Mas ainda lhe desejo
Bem de longe, atento



Saudades,
Daquilo que um dia já fomos
Vontade de ti aqui bate,
Vem, antes que chegue Outono


No meu canto
Aflito e silêncioso,
Não me desespero
Vem, antes que termine agosto
Eu espero.


Distante, 
Ainda te admiro
Ah...
Que saudade dos abraços
Dos nossos suspiros


Dos beijos,
Depois da saída do colégio
No frio, abraçados
Tudo simples, 
Singelo


Aqui ainda estou
À sua grande espera
Quem diria te ter outra vez
Poxa, quem dera



O coração pula aqui dentro
Ainda sente os seus traços
Quem dera
Antes de agosto
Novamente, cair em teus braços.

Fernando Oliveira.

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