25 de setembro de 2015

DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ, PARTE 2.



― Deita e relaxa. Agora é minha vez! - eu disse em voz rouca.


Esticada na minha cama sobre ao meu poder e sem reação alguma para me deter, lá estava ela. Cheia de tesão e pronta para eu devorá-la. A filha da puta era tão gostosa que eu fechei a porta e comecei beijando a maçaneta até chegar aos seus pés, para aproveitar cada beijo dado naquele quarto. Calmo e manso, ataco. Passando minha boca sobre sua perna macia. Espalhando beijos por ela toda até chegar na sua virilha. Rapidamente subo e paro em frente ao teu rosto, e digo: 

― Gostosa! Adoro essa tua cara de cachorra e esse seu olhar de safada.

Beijo-a loucamente e calmamente. Gosto de um beijo demorado e bem aproveitado. Gosto daqueles beijos bem molhados que eu - ao ser beijado - já imagino a pessoa me chupando todo. Sou daqueles que, dentro de um beijo recebido, já imagino tantas coisas. Era como se dentro do beijo, ao sentir aquela boca carnuda e molhada, estivesse tocando meu corpo todo, deslizando sobre meu peitoral/barriga até chegar no meu pau. O beijo dela fazia eu ir além do que eu era. Pensava coisas hilárias e muita putaria. Loucura? Não. Sou Homem!

Lá estava eu, o mais safado possível e comandando aquela mulher tarada. Meu corpo por cima dela e minhas pernas entrelaçadas prendendo-a para não escapar. Minha mão esquerda prestes à entrar por dentro daquela calcinha que soava de tanto tesão. Minha mão direita apertando aqueles seios com força. E meu beijo demorado, calmo, leve e molhado saboreando aquela boca carnuda e gostosa. Suas mãos já não sabiam onde ficavam; das minhas costas, ela rápidamente agarrou o travesseiro que ficara em baixo da tua nuca e começou se retorcer toda. E quanto mais ela se entortava na cama, mais eu a beijava, mais eu apertava aqueles peitos e atolava minha mão naquela buceta úmida, quente e macia.

 Affffff... - disse no pé do teu ouvido.  Que vontade de te chupar!

Ao vê-la se delirando por cada aperto, por cada passada de mão e cada beijo, eu ficava mais louco que ela. Segurava a tua nuca com força, colocava minha mão sobre teu cabelo e puxava brutalmente entortando sua cabeça para trás e dizia: 

 Cachorra!!! É disso que você gosta, né?! Então você vai ter! Piranha.

Atacava de novo com um beijo e calmamente, tirando seu sutiã, deslizava meu lábio sobre seu pescoço até chegar ao teu ombro. Segurava teu peito com uma mão. Desabotoando aquele sutiã, aproximava a minha boca molhada sobre o biquinho do seu peito e passava minha línguinha em volta dele devagarzinho. Lambuzando-a por inteira. Sugava aquele biquinho do seu peito para dentro da minha boca com força. Ao tirar completamente teu sutiã, joguei pra bem longe. E novamente, não resisti. Fui de boca naqueles peitos. Segurava os dois com as duas mãos e chupava literalmente. Lambuzando-os com a minha boca toda molhada. Calmamente, iria descendo com a minha língua sobre aquela barriga, até chegar na beira da sua calcinha. E arrancava com a boca, com força, aquele fio dental que tanto adorava e jogava pra cima do guarda-roupa dando um sumiço. Beijava aquela barriguinha sem parar. Enquanto meu dedão acariciava aquela buceta molhada e quente. 

― Primeiro, quero te fazer se sentir bem. Porque quando eu estiver dentro de você, irei me perder perdidamente. 

Eu dizia rindo, apertando-a pela cintura, modiscando no canto da tua buceta e atolando a mão em teus peitos. Podia notar que ela já estava alucinada de tesão. Suas mãos começavam a tremer. Seu corpo suava. Parecia uma manteiga derretida, quando enfim, caí de boca. Passei minha língua em seu clitóris, para cima e para baixo repetidamente e rápidamente. Apertando com força aqueles peitos com as mãos e, lambuzando totalmente aquela buceta que tanto me queria. Pra cima e pra baixo. Linguadinha aqui, linguadinha ali. Beijos e estalos ela ouvia e se arrepiava toda ao sentir minha língua se movimentando bem rápido em seu clitóris. E não parava. Quanto mais ela gemia e se entortava, mais eu pressionava minha boca sobre sua buceta. Foi então que não aguentei e atolei meus dois dedos dentro daquela buceta quente e comecei a bater uma para ela bem rápido. Tirando e colocando. Rápidamente. E dizendo:

 Cachorra!!! Que buceta quente e gostosa. Hoje vou acabar com ela!!!

Eu afundo um dos meus dedos dentro dela e trago até meus lábios. Chupo-os. Sugo-os. E soco novamente dentro dela, enfiando e tirando. E levo-os até  sua boca. Atolando até sua garganta. Sentia aquela boca tremendo de tesão, ela engole meu dedo todo tão deliciosamente imaginando o meu pau. Eu tiro e volto a socar novamente na sua buceta. Chupando e mamando no seu clitóris. Passando minha língua sobre ele. Para cima e para baixo rápidamente. Ela louca e alucinada fala:

 Não para, seu cachorro! Isso... chupa, soca! Vai. Com força! Vou gozar...

Já estou completamente perdido naquela mulher. Acho que essa doçura é só pra mim. O quadril dela sobe sobre o colchão. Hoje eu sou teu escravo, cachorra. Tenho seu corpo na palma da mão. Sei ler seu corpo como ninguém. Conheço suas vontades e seus arrepios. Eu à provoco literalmente. Prologando e espremendo cada sensação, fazendo ela esperar pelo orgasmo que parece ter iniciado há dias. Com minha língua, meus dedos, meus lábios, e minhas palavras eu levo ela a loucura, aos céus. Até que ela comece a se retorcer toda no colchão, gemendo e implorando.

― Chupa mais! Não para. Fode! Enfia... Vou gozarrrr... Aiiiii... 

E logo quando ela pensa que eu vou deixá-la gozar, eu me afasto. E volto a escalar o seu corpo. Viro-a de costas, deito-a de barriga para baixo eeee...

 Aiiiii... por que parou? - Ela disse, desesperada.

― Sssshhhhhiu, cachorra... Eu quero estar dentro de você quando gozar.

Deito a de barriga para baixo, afastando suas pernas e coloco tão profundamente o meu pau dentro dela que ela se enlouquece e abraça fortemente o travesseiro com seus punhos. Sinto o  meu pau todo dentro dela até o talo e começo a foder rápidamente. Fazendo com que ela ouça o barulho das minhas bolas batendo na sua bunda e sentindo meu pau todo entrando dentro de ti. Pego-a pelo cabelo e a controlo sua cabeça forçando para trás. Meu gemido é tão forte e alto que vibra dentro do seu ouvido. Pressionando meu peito sobre suas costas, chego perto do teu ombro e digo:

― Estou completamente perdido em você, safada. - E ela suspira, geme, grita e me arranha concordando completamente comigo.  Também estou, cachorro!!!

Segurando forte teu cabelo com uma mão, minha outra mão descontrolada deslizava por de baixo dela, até chegar naquela buceta, pressionando e circulando sobre seu clitóris. Dou tapinhas na testa dela. Depois soco dois dedos. Faço movimentos de cima para baixo bem rápido. Aquele movimento de esfrega esfrega. E sei que ela está quase lá. Eu sei. Eu sinto que ela quer gozar no meu pau. Ela vai rasgar aquele travesseiro de tanto tesão. Então eu peço:

― Goza, cachorra! Goza no meu pau. Lambuza ele todo. Deixando molhado com seu gozo bem quente. Vai! Vai sua cachorra. Quero sentir seu gozo escorrendo sobre meu pau por completo. Sua piranha!

E ao falar essas coisas no pé do seu ouvido, socando meu pau todo dentro dela e pressionando meus dedos em seu clitóris, ela explode!  Ela goza. Ela lambuza meu pau. Eu sinto aquela buceta mais quente do que já era. Ela treme. Suas pernas ficam bambas. Ela fica sem ar. Cheia de tesão. Me arranha. Me aperta. Me morde e me enlouquece mais ainda. E eu não paro. Eu enfio mais forte o meu pau dentro dela. Tirando e colocando. Tirando e colocando.

 O que você sente, sua cachorra? me diz.

 Caralho!!! Eu sinto você. Sinto tudo por você, cachorro. Gozei!!! Ahhhhh... chega estou sem fôlego e sem forças. Que pau gostoso. Que gozada gostosa!!!

― Que delícia... 

Depois de satisfazer essa safada. Chamei:

― Agora vem aqui, minha cachorra. Deita-se sobre meu ombro. Acalme-se. Sinta-se segura diante do seu Homem. Que depois dessa noite longa de sexo, vou te fazer Mulher. Vou te fazer a minha mulher.

Passei a noite toda cobrindo-a de cafunés. De carinhos. De mimos. De abraços. Cantei até uma música para ela dormir, que ela até sorriu por minha vóz estar rouca, mas agradeceu e me abraçou mais forte. Como se eu fosse único e o Homem da vida dela e disse completamente satisfeita: 

― Obrigado por me fazer a Mulher que nenhum homem conseguiu.


Fernando Oliveira.


















2 comentários:

  1. Uauuuu. Sem palavras... Viver isso, imaginar isso, dividir esse pedaço de existência com você, seu gostoso.

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