24 de setembro de 2015

DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ!



Foi só entrarmos por aquele quarto e notarmos aquela cama gigante pra ela me atacar. Nem deu tempo de perguntar nada. A vontade dela de me devorar era a mesma vontade que eu tava de acabar com ela literalmente naquela cama.

 Sem massagem, só sexo. Hoje você é minha puta! - Eu disse.

Não teve perguntas, nem respostas. Me atacou!

Parecia estar possuída dentro de um corpo de uma prostituta, mas estava completamente em si. Ela era ela. Estava sendo aquilo que tanto quis ser ao me encontrar. Estava realizando sua vontade e seu desejo. A vontade era enorme. Me agarrou com amor. Grudou em meu pescoço com força e me lascou um beijo de arrepiar. Beijo molhado, mão na nuca e a outra no meu pau. Estava louco de tesão que suspirava loucamente perto do teu ouvido e tentava falar:

  Vemmmm aquiiii... 

Rápidamente tapou minha boca com uma de suas mãos e disse: 

 Fique quieto! deixa comigo, cachorro.

E me beijava todo. Me arranhava por completo. Estava completamente vagando aos céus, sendo que estava em seus braços e no seu comando. Ela era foda! Não me controlava e também - ao meu beijar segurando meu pau - eu a segurava pela nuca e apertava os seus peitos redondos e durinhos. Já trocava e pegava bem forte na tua bunda. Eu não perdia um segundo do suspiro e gemido daquela cachorra. 

Foi tirando minha camisa com pressa, sem eu precisar tirar. Beijou meu peitoral todo. Deslizou sua lingua sobre a minha barriga me deixando arrepiado e parou com ela sobre o meu umbigo. Apertou meu pau sobre o meu shorts e começou a massageá-lo. De joelhos pra mim - observei calmamente - ela concentrada, louca, pirada, possuída e tarada, querendo devorar  o meu pau que já estava estralado de tesão. Tirou completamente o meu shorts e o jogou pra bem longe. Tirou meu pau da cueca e rápidamente, passou sua linguinha sobre a cabeça eeeeeee não resisti e suspirei:

 Aiiiiii, delíííícia do caralho. 

E ela ria. Ria com aquela risada de tá gostando de tudo aquilo. Aquela mulher era incrível. Ela dava mordidinhas no meu pau por dentro da cueca só para provocar. Ela beijava a cabeça do meu pau varando a cueca só para me matar de tesão. Foi aí que me disse:

 Senta-se na beira da cama, safado! 

Rápidamente sentei e a observei fazer tudo aquilo que tanto esperava. 

A chupada daquela mulher era de outro mundo. Ela tapava minha boca com uma mão e com a outra segurava meu pau mirando pra sua boca. Percorria cada pedacinho da minha barriga com a ponta da língua, provocando-me arrepios que nem eu sabia da onde vinha. Chegava no meu pau, duro, estralado de tanto tesão e passava a língua tudo ao redor. Tudo. Eu disse tudo. Ela era foda. Mordia a minha coxa, chupava as minhas bolas e as engoliam com carinho, lógico. Subia lambendo meu pau até a ponta da cabeça. Ao chegar na ponta, engolia ele todo. TODO.

 MEUUUU DEUUUUS. Que mulher. - gritava eu de tesão.

Aquela mulher era uma filha da puta treinada do caralho. Com o meu pau todo dentro da boca, conseguia sugá-lo com tanto carinho pra eu ficar com o máximo de tesão possível. Pegava com a mão, forte e firme. Fazia um movimento de vai e vem bem devagar. Com a cabeça posicionada pra frente, chupando ele todo. Devorando e saboreando a cabeça do meu pau todinha. Ela olhava pra minha cara com cara de safada e de cachorra. 

 Putiiiiis, que piranha. Sua puta. Não para! Vai! Chupa! Engole! - Eu dizia, louco e pirado de tesão.

Ao mesmo tempo que ela aumentava o ritimo de sua mão direita me punhentando, ela aumentava a velocidade da sua chupada. O caos se instaura, eu peço pra ela ir mais rápido:

 Vai minha puta. Chupa. Rápido! Bate meu pau na sua bochecha; na outra. Esfrega ele na tua cara, cachorra! Que eu vou gozar.

O movimento de sua mão bem rápido, controlando meu pau num vai e vem me deixava alucinado. 

 MEU DEUS, QUE MULHER!!! - eu pensava.

Ela encostava a cabeça do meu pau em seus peitos e ainda me dava um sorriso sacana. Ela aumentava mais ainda o vai e vem porque sabia que eu queria gozar. Eu pedia pra ir mais rápido, mais forte e com mais força. Vai sua puta. Acaba com meu cacete. Ela encostava meu pau contra o seu peito. Apertava-o. Batia bem rápido. Eu maluco. Gemia. Sussurrava e a chamava de puta, cachorra, cadela. Quero gozar! Naquele momento sentia o jorro da porra saindo e miro rápidamente na sua boca e falo:

 Abre essa boca, cachorra!

E derramo, deliciosamente, cuidadosamente minha porra sobre a sua boca. Sobre o seu lábio. Sobre a sua bochecha. Sobre os seus peitos. Em tudo. Banhei-a literalmente. Meu pau quente, duro, ela ainda o segurava. Beijava-o e o engolia novamente. Ela cai pro lado e eu para o outro. Coloco a mão na testa de puro tesão e olho para ela. Ela retribui o olhar. Passando as mãos nos seus peitos gozados, espalhando toda a minha porra jorrada ali, olhando com cara de safada. Pegou o dedo do meio e chupou gostoso só para me mostrar que sexo não é só penetração. 

― MEU DEUS, QUE MULHER!

Olhando pra'quela cachorra, levanto-me rapidamente. E falo:

― Deita e relaxa. Agora é minha vez!


Ps: Essa é a 1ª parte do - DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ! 

A 2ª parte em breve estará aqui no blog, pois sou eu quem ataco, sou eu quem comando, sou eu quem à devoro. E vocês, vocês mesmo, leitoras, estarão perdidas com os meus textos eróticos.

Aguardo - ansiosamente - por vocês, amores. 


Fernando Oliveira.








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