5 de novembro de 2015

MEU TEMPO NÃO SE MEDE EM RELÓGIO.



Viajo de buteco em buteco nos bairros da minha cidade enchendo meu copo de cerveja acompanhando, absorvendo e me afundando nas conversas sinceras de meus camaradas.

Levo, às vezes, amigas para as baladas da cidade para uma simples distração momentânea fazendo com que, ali, sintam-se à vontade e longe do strees que tanto vive lhe atormentando.

Quando dá, vou jantar com uma paquera, tomar um vinho, ou uma breja para fugir da mesmice e não só por uma noite de sexo. Mas sim para jogar conversa fora e sair da rotina.


Leio diariamente o site de Carpinejar e quando sinto um escrúpulo nas madrugadas vejo suas entrevistas no qual tento absorver sempre - algo bom - de suas sinceras palavras. Pois cada livro lido de sua autoria entendo mais sobre como tentar decifrar/interpretar/traduzir/desembrulhar as mulheres.

Virei assinante do Folha de S. Paulo só para ler os textos que Tati costuma escrever todas as sextas. Acompanho suas histórias desde quando ela acreditava no amor ou que ainda - tinha - chances de ser amada. E cada texto escrito e sofrido por ela tenho mais certeza de que alguns homens não dão valor à mulher que tem.

Frequento festas em família e com um copo de bebida na mão, de canto, observo em cada um a sua catadura, semblante, visão, postura, palavras, atitudes e desespero ao entulhar seus corações de bebidas.

Converso com tias e primas para saber como estão indo em seus relaciomentos e se lhe faltam algo, ou se, estão satisfeitas com aquilo que tem. E de todas as respostas, absorvo algo bacana.

Leio desabafos de amigas que estão sofrendo por um amor antigo e também, de que estão felizes com o seu amor atual diariamente, para enfim, tentar ajudá-las com conselhos e palavras para ver se assim, sintam-se com seus corações confortáveis. E de cada conversa examinada e produtiva, guardo algo de bom aqui dentro.

Recebo mensagens diariamente de pessoas que não conheço pedindo ajuda e conselho do que fazer ao passar por uma situação difícil. Leio, compreendo, ajudo e procuro acalmá-las.
Cá entre nós, passei a olhar minha vida de um jeito bonito, mesmo com este mundo feio. E mesmo com pessoas egoístas, mal-educadas, invejosas, preconceituosas, falsas, infelizes, eu nunca deixarei de ser Eu para agradar os outros. E ajudar quem precisa da minha pequena ajuda nesta vida, me toma conta.

E sobre isso tudo citado anteriormente; bares, conversas, bebidas, amigos, amigas, família, conselhos, desabafos, ajuda, coração, sexo, jantar e vinho, que - claramente - fazem parte do meu dia-a-dia, absorvi e ainda absorvo tantas coisas boas e ruins para enfim, tirar uma conclusão de que nesta vida, eu, Fernando Oliveira, sou só um cara perspicaz e observador. E fazer bem para as pessoas mais próximas me fascina.

Fernando Oliveira.

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