1 de dezembro de 2015

SEXTA-FEIRA, PIZZA, VINHO E UMA CHUPADA.



Era sexta-feira à noite e eu estava exausto. Tinha tido uma semana produtiva e cansativa por causa do trabalho. Rezei para que esse dia chegasse logo para eu fugir desses tormentos que eu estava acumulando semanal. Queria logo o final de semana para eu me entupir de cerveja gelada e jogar conversa fora com meus camaradas. 

Mas era sexta-feira ainda, e para não abusar tanto, queria algo calmo para esta noite. Queria um dia tranquilo de muito prazer, pizza, vinho e sexo. Sim, sexo. Sou fanático por isso. Você não? que pena! Ainda não inventaram coisa melhor que o sexo, e se inventaram, não sei, pois ainda não senti - outro prazer melhor - do que ver uma mulher gozando pra mim enquanto eu atolava o meu pau  com ela de quatro quase rasgando o lençol com suas unhas enormes se retorcendo toda e olhando pra trás com aquela cara de que, ali, naquela cama, estava completamente satisfeita. Não, nunca vi algo mais prazeroso.

Mas calma... Voltando naquela sexta-feira, após meu almoço, resolvi ligar para a minha paquera. Isso mesmo, paquera. É um dos apelidos carinhosos que eu dei à ela. Por que eu a chamava de tudo quanto é nome, pois não tínhamos definições, só vontade de sexo e saudade de fazer de novo. Era minha paquera, minha pegada, meu pente certo, meu sexo predileto, minha amante da madrugada, e tantos outros nomes que até mesmo, a chamava de minha puta quando estavámos à sós. Ela adorava, claro. E eu adorava mais ainda quando a chamava assim e ela soltava um sorriso de canto com aquela cara de safada querendo que eu à devorasse por inteira. Cara, aquela mulher era foda!

Não tinha tempo ruim pra'quela garota. Ela nunca me dizia não e sempre quando eu queria ela estava disposta, decidida, e pronta pra dar uma. Engraçado, né? Ou, sei lá, que moral? Talvez eu fazia tudo certo, ou no fundo, ela adorava transar mesmo. Não deu outra, liguei, mandei a real, e ela finalizou a ligação dizendo com aquela voz safada que ela sabia que eu tanto adorava:

 Tá ok! 
Passa em casa às 22hrs para me pegar. 
E óh, pega de jeito, tá?  riu safadamente.

Cheguei em casa, tirei minha roupa e corri pro banho. Eu tava louco para fazer um sexo naquela sexta-feira, ainda mais em ter ouvido aquela voz, fez com que eu ficasse com um puta tesão que eu vim do trabalho até em casa imaginando como eu iria pegar ela de jeito como todas as outras vezes em que peguei. Até no banho não me controlei, toquei, imaginei aquela mulher se lambuzando com o meu pau como sempre fez. Putis, que tesão eu tava!

Saí do banho, coloquei uma roupa e fui. Não coloquei cueca e fui com um shorts de seda, só para ela ver e sentir - no caminho - o tesão que ela tinha despertado em mim e que naquela noite, ela estaria completamente perdida. E tava mesmo!

22hrs em ponto estava na frente da sua casa. Desci e esperei do lado da porta do banco do passageiro. Nem precisei ligar e já me deparei com ela abrindo seu portão, de salto, vestido curto - sem sutiã - batom vermelho, cabelo preso e com uma bolsa na mão. Rápidamente pensei: ''Que mulher!!!'' Então ela se aproximou com aquele rebolado, aquela cara de safada mordendo o lábio, beijou-me no canto da boca e apertou o meu pau dizendo:  E aí, moreno, vamos?

Não consegui nem responder. Abri a porta para ela entrar, fechei e fui para o meu banco. Entrei, liguei o carro e partirmos. Da casa dela à minha, era no máximo 15 minutos. E esses 15 minutos foram o mais demorado da minha vida toda e de puro tesão, puta-que-o-pariu - pensei: ''É hoje que eu acabo com essa mulher''. 

Eu tentava me concentrar para dirigir e desviava o meu olhar pra'quelas coxas brilhando. Eu tentava prestar atenção nos carros à frente e olhava pra'queles peitos redondos. Eu tentava me controlar, me segurar, mas ela era irresistível, não demorou para eu massagear suas coxas e atolar profundamente a minha mão na sua buceta. Que gostosa! Aff, ela era incrível, me entendia tanto que nem precisava falar e nem pedir, ela já me atacava com uma puta vontade de acabar comigo. 

Enquanto eu trocava a marcha do carro, ela pegava no meu pau. Enquanto eu massageava suas coxas, ela apertava firme minhas bolas. Eu louco de tesão e ela abusando de mim no meio do trânsito. Que cachorra! Os carros passavam ao lado, as pessoas passavam em frente e ela não tava nem aí. Ela queria aventura, prazer e sexo. Ela queria adrenalina, putaria e tapa na cara. Danada!

Chegamos em casa e já nos atacamos no quintal. O tesão era tanto e a vontade era absurda que até esqueci de pedir a pizza e só lembrei do vinho que estava na geladeira. E quem iria lembrar de comer pizza essas horas? Quem? Eu? Puff. A pizza era só um convite. Já o vinho era o nosso tesão predileto. Grudei nela por trás, segurando pela cintura levei para primeira porta de casa que dava entrada pra sala e disse. 

 É aqui, cachorra. 

Joguei-a no sofá e completei: 

― Senta e me espera. Hoje tu és minha, a minha cadela. Calma, vou pegar o vinho. Fica quietinha, que hoje eu que domino. Hoje quero exagerar, te sentir e te chupar. Quero novidade, surpresa sem dignidade. Quero que perca o juízo, do fim ao início. Senta, faz cara de puta e me usa. Sim, abusa, chupa e se lambuza. Hoje você é minha, cachorra, safada e puta!

Levei a garrafa de vinho em mãos, pois não queria dividir em taças. Queria a garrafa para nós dois, de boca em boca e de corpo em corpo. Despejava calmamente na sua boca o vinho diretamente da garrafa e já passava pra minha, tomando altas doses enquanto trocávamos beijos molhados sentindo o gosto do prazer que estavámos fazendo nascer ali. 

O tesão era tanto que até a garrafa eu devoraria depois dela. Foram várias doses e vários beijos, várias goles e apertos. Sentada no sofá, cada dose que ela tomava eu levantava mais o seu vestido. Cada dose que ela deixava cair sobre teus peitos, eu chupava até a última gota. 

Não dava para aguentar o tesão que essa mulher estava despertando em mim. Não demorou para eu atacá-la. Tirei todo o seu vestido e joguei pra longe. Deitei-a no sofá e cai de boca nos seus beijos. Joguei o vinho sobre seus peitos e não deixava pingar uma gota sequer, já chupava com vontade. Cada passada de língua sobre aquele corpo era um gemido. Cada aperto naquela cintura era um grito. Cada atolada de mão naquela buceta era uma morte de tesão pra'quela mulher. Realmente, ali, ela estava se sentindo nos céus.

Deitei ela no sofá de perna aberta, sentei-me no chão e comecei a chupá-la. Sim, sem nojo. Com tudo, com vontade e com tesão. Eu sou devorador, não tenho medo e nem frescurinha. Dou um talento mesmo. Medo tenho de não satisfazer a minha companheira pra depois ser debochado na rodinha de amigas. Eu satisfaço, devoro, acabo, e faço o trabalho completo. Dava um gole no vinho e atolava minha boca naquela buceta, fazendo com que ficasse mais molhada ainda. Derramava o vinho da garrafa sobre os seus peitos e olhava ele descendo até a sua barriga e subia rapidamente para chupar tudo antes de pingar uma gota no sofá. Que incrível! Que tesão! Que mulher! 

Ali estava eu, doido de prazer e louco por ela. Ficava frente a frente com a sua boca. Peito à peito. Aproveitava cada pingo de suor derramado de prazer. Abraçava com força para ela me sentir por inteiro. Te cobria de beijos sob o seu corpo todo até chegar na parte em que te arrepiava. E cada vez que ela se retorcia naquele sofá, mais eu atacava. Dava tesão em ver ela apertando aquelas almofadas em sua boca querendo fazer escandâlo. Eu ficava louco quando descia minha boca perto do seu grelo e chupava, sugava, lambia, completamente, vendo ela se entortar toda empurrando mais a sua buceta na minha boca. Aff, que mulher!

E eu pedia: 

― Soca, esfrega, empurra, cadela. Grita e geme. Quer mais? que buceta quente. Se concentra, relaxa, e goza. Não tenha pressa, eu espero a hora. Vem, me lambuza, e me usa. Sou seu, todo seu, então sinta mais prazer que eu. Vai, é agora, pode tremer, mas não se apavora. 

Ela já não me ouvia mais, estava alucinda de prazer e com a buceta latejando doida para gozar. Suas mãos já não tinha mais forças para segurar a minha cabeça. Seu corpo já estava todo soado do vinho em que derramei. Sua boca estava tremendo de tesão que a despertei. E quando atolei doidos dedos dentro dela, acariciando seu clítoris, e chupando-o sem parar, ela gozou, li-te-ral-men-te, assim mesmo, de-va-gar-zi-nho, sussurrando, gemendo, tudo, tudo na minha boca.

Fernando Oliveira.






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