3 de fevereiro de 2016

O MORENO IRRESISTÍVEL. [+18]




― Porra, moreno, de-sen-cos-ta! 

Sai daqui, vai. Já deu. 

Eu tô lutando pra te tirar da cabeça, tentando fazer o máximo possível para te esquecer e você chega desse jeito despertando todos os meus pontos fracos. Porra, assim não dá. Tu sabe que eu adoro quando você chega assim com essa sua cara de canalha e com essa camisa desabotoada mordendo o lábio me olhando como se fosse me devorar. Sabe que adoro quando você deixa essa barba-bem-ralinha e vem roçando ela pelo meu ombro e acaba parando no pé do meu ouvido me chamando de sua cachorra. Sabe que adoro quando beija minha orelha, seus dedos entrelaçam em meu cabelo e sua outra mão aperta forte a minha cintura controlando todo o meu corpo. Sabe muito bem que me enlouquece quando me joga contra a parede olhando dentro dos meus olhos com essa cara de bravo segurando forte o meu queixo e me rouba beijos e apertos de onde eu menos espero. Porra, para. Eu tô tentando te esquecer, merda. E toda vez que você tá sumindo dos meus pensamentos você me aparece todo gostoso querendo abusar da minha inocência sabendo que com você eu não consigo dizer não. Aff. Sai de perto, por favor... para... não me segura assim pelo pulso. Que merda. Não... eu não... eu não quero. Para de levantar o meu vestido. Estamos na festa da sua família e tá todo mundo olhando para nós. Ah lá sua prima, tá vendo tudo, aposto que você já comeu também. Óh sua tia, acha que sou uma putinha com esse micro-vestido. Sai. Vai lá com teus amigos. Bebe. Toma todas e vai dormir. Eu não te quero aqui... me solta. Para de me olhar assim... para de lamber o lábio... para. Cachorro!!! Não me morde no ombro, porra. Óh, arrepiou. Tá vendo? Filho da puta. Para de sursurrar no meu ouvido, canalha. Não... eu não vou pra canto nenhum. Não mesmo. Vou ficar aqui. Quietinha. Não me abraça por trás... aqui não, porra. Sai com esse pau duro pra lá. Desencosta de mim. Por favor... por... favor... merda. Eu não quero tomar da sua bebida. Não vou beber. Eu não aguento isso. É tentação demais. Dá vontade de gritar bem alto: Socorro-tem-um-moreno-gostoso-querendo-me-comer. Te falei tantos nãos e eu já tô toda encharcada. Minha calcinha tá toda molhada. Filho da puta. Canalha. Olha o estado que tu me deixa, tá vendo?! Sim... é pequena. Fio dental. Só uso fio dental, moreno. E hoje tô de calcinha vermelha, do jeito que tu gosta. Mas não foi proposital. Sai de perto, vai. Não... você não vai ver nada. Porra. Tô aqui torcendo pra um dos seus amigos te chamarem e te tirarem daqui. Aff. Que merda. Para de olhar pras-minhas-coxas, meu. Não me encara assim... Você tá estragando tudo. Meus planos era te tirar da cabeça e não pensar na tua cabeça-de-baixo. Meus planos era te ver de longe e não aceitar teu beijo-molhado. Meus planos era te roubar um beijo mas não te dar-os-meus. Essa noite meus planos era te provocar com meu vestido e salto alto, e não ir pra cama contigo. A calcinha vermelha era só um charme e não um convite pra transar. Quando você me encoxa assim por trás já imagino o seu pau em mim. Para. Sai de perto... vou apertar seu pau, cachorro. Vou arrancar essa porra e você nunca mais vai usar. Não... não encosta... caracas, que pauzudo. Aff. Olha, toma conta da minha mão toda e eu nem consigo fechar. Sai, por favor. P-O-R-F-A-V-O-R. Aqui não dá. Tá geral olhando pra gente já suspeitando de que você tá doido para me foder. Eu tô com um puta tesão mas não quero fazer nada com você. Meu... para... sai. Dá um gole da tua bebida, vai. Não... me... abraçando... por... trás... não... cachorro! Canalha! Pilantra! Calma, deixa eu beber. Que pau duro, filho da puta. Você gosta, né? Safado! Chega... desencosta... vai... para... pra onde tu tá me levando? Deixa-me. Sai de perto... sai de trás de mim com esse pau duro, deixa que eu vou sozinha. Ai. Para. O pessoal tá vendo, meu. Não... não vou entrar no banheiro da casa da sua tia. Calma. Seja sensível pelo menos uma vez, filho da puta. Acho que alguém viu a gente entrando aqui. Espera. Para. Tira a camisa não... por-favor... tô pedindo por favor. Para. Caralho... sobe esse shorts. Fecha esse zíper. Bota esse cinto. Porra. Não... não... não vou chupar. Não quero. De joelhinho? Ah, tá achando que eu sou o que? Puta? Acha que vou chupar seu pau aqui no banheiro da sua tia no meio duma festa? Pode parando. Sai, vai. Não ergue meu vestido. Para. Não... não vou ficar de quatro no vaso. Tá louco. Ai... meu joelho. Caralho. Não tá tão confortável. Meu... para. Alguém vai abrir essa porta. Cachorro. Não... não... ergue... o... meu... vestido... Ahhhhh, caralho. Coloca, vai. Isso. Enfia. Tudo. Atola esse pau todo em mim, vai. Ahhhhhh, delícia. Fode. Devagar. Isso. Tira, coloca, tira, coloca. Bate, pode bater. Na bunda. Isso... um tapa, dois, três. Me xinga, eu gosto. De sua puta, cachorra e safada. Me chama de sua e fode. Devagar. Não faz barulho. Vai logo... puxa meu cabelo, cachorro. Gosta que te olho assim, né? Safado. Que saudade do seu pau. Que saudade de te sentir. Vai... mete tudo. Fode sua cachorra, vai. Que pau quente, grosso e molhado. Fode mais rápido. Vai. Vai. Quer gozar? Já? Vem! Mas calma... Me ajoelhei. Assim, né? Com essa cara de puta? Abro a boquinha. Bota teu pau aqui, vai. Isso. Chupo. Bato ele na minha cara. Na bochecha; na outra. Soco tudo na boca. Tiro e coloco tudo de novo. Tiro, chupo as bolas. Subo deslizando a língua no seu pau e engulo tudo novamente. Ah, que delícia. Goza, vai, isso, vai, rápido, bato, chupo, bato e chupo. Vem, derrama tua porra em mim. Na boca. Na cara não. Isso... na boquinha, moreno. Vem. Vai. Goza tudinho, isso, ahhhhhh, vai, tudo, não deixa pingar, não para, isso, ahhhhh, que delícia. Nossa. Safado. Pingou? Não. Claro que não. Peguei na ponta do dedo, óh, tá vendo? Ainda chupo-o te olhando querendo mais. E quero mais. Que porra gostosa. Que saudade de sentir o teu gosto. Mas não tô pra papo. Vamos. Abre a porta. Porra. Vamos curtir a festa. Vou beber. No final, te espero no seu carro. Quero terminar o que você começou por que não gosto de nada pela metade, cachorro. Até breve. Ah, e óh, fecha esse zíper aí, moreno.  


Fernando Oliveira.

2 comentários:

  1. Imagino que seja uma reação comum vas leitoras, prender a respiração enquanto lê este texto tão intenso, certo? Pq, olha... Meudeus!

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