12 de julho de 2016

AH!, SE AQUELE SOFÁ FALASSE... [+18]

Photo: Gabriela Pina


Aquele moreno tem a pegada certa; o beijo é molhado e macio, o olhar devorador e provocante. Ele é foda!, sabe me beijar na medida certa; sem pressa e com mordida. E quem tem beijo assim é fatal, irresistível, mortal. Me mata! As mãos dele eram mais bobas que as minhas, enquanto eu beijava-o segurando forte pela nuca, ele já estava abrindo o meu zíper e mordiscando todo o meu lábio e sugando como se não fosse mais soltar. Que moreno!, com ele não tinha segredo e nem frescura. Para encontrá-lo por aí, eu tinha que estar preparada para qualquer tipo de loucura. E eu sempre fui preparada, nunca consegui dizer não para as suas aventuras.

Foi aí que - naquele sábado à noite e naquele sofá - eu peguei ele. Afinal, ele que me pegou. De jeito. Mas antes de tudo, eu queria sentir aquele pau grosso e veiudo todo na minha boca. Não demorei e ataquei. Eu também não perco tempo, vou pra cima. (É por isso que a gente se dá tão bem na cama - no sofá, no carro, na garagem, no beco, ou em qualquer lugar. Somos viciados em nosso próprio sexo). Apertei aquele pau por cima da calça do jeito que ele gosta e já fui tirando o seu cinto e abrindo o zíper sacando aquela rola gostosa pra fora da cueca e colocando tudo na minha boca. Que delícia!!! - eu falava gemendo com o pau na mão. Ele adorava ver eu engolindo tudo. Todinho. Por completo. Não era na metade, era por inteiro. Até o talo. Depois eu tirava devagarinho e batia numa bochecha; na outra, e olhava pra ele passando a linguinha na cabeça do seu pau e xingando: - Filho da puta!!! Ele ficava louco e eu mais ainda. Chupava mais. Batia mais; na cara, na bochecha, no meu queixo, e ele abusava mais ainda batendo até na minha testa aquela cabeça roxa e gostosa, e era nessa hora que eu chupava aquelas bolas deliciosas. Aff, maria!!! Que moreno!

Cachorra!!! - ele me xingava enquanto eu sugava deliciosamente suas bolas. Não demorou muito e ele me pegou forte pela cintura, me virando de costas, abrindo meu zíper com fome de amor, abaixando minha calça até o meu calcanhar, me colocando de bruço naquele braço-do-sofá e dizendo: ''Hoje eu quero comer atrás. Sim, o seu cuzinho!!! E foda-se.''. Não tive tempo de dizer não e jamais eu ousaria recusar, apenas segurei aquela almofada forte e senti - devagarinho - ele enfiando aquele pau todo dentro de mim. Filho da puta!!! - gritei alto e sorrindo; mordendo o meu lábio inferior. (Porque eu adorava quando ele me comia por trás. Eu podia dizer não para qualquer um, mas para ele, era impossível, porque ele sim sabia me comer gostoso por trás). Ele era foda! Colocou tudo. Colocou gostoso. E eu já sentindo todo o seu pau dentro de mim, ele já louco de tesão, começava a foder devagarinho me xingando enquanto batia forte na minha bunda como se fosse meu dono e eu sua cachorra. E eu era. Sempre fui. E eu adorava, claro.

Esse moreno é foda! Enquanto deixava marcas na minha bunda, ele me puxava forte pelos cabelos. Puta-que-o-pariu!!! - eu falava para mim mesma. - Caralho!!! Que pau gostoso. Ele não perdia tempo, sabia me dominar por completa. Aproveitava todo o meu corpo. Batia na bunda. Apertava meus peitos. Socava dois dedos na minha boca. Puxava meu cabelo. Batia uma pra mim, fazendo aquele movimento de vai-e-vem com os dedos no meu grelo bem rapidinho. Ele parecia ter 10 mãos, aproveitava cada parte do meu corpo. Ele sabia me tocar. Eu ficava louca. Estava completamente dominada sem saber o que fazer; só sentir. Foi aí que, depois de ter me pegado pela cintura com força e ter dado várias bombadas fortes no meu cuzinho, eu gozei pra ele. Gozei mesmo, com vontade. Não resisti. Não deu para segurar. Gozei muito com aquele pau grosso e veiudo dentro do meu cuzinho. Eu gemia, gritava e apertava forte aquele sofá como se tivesse apertando ele. Cachorro! - eu falava. Agora goza! - eu gemia pedindo pra ele gozar pra mim. Ele batia na minha cara me chamando de gostosa. Batia na minha bunda me chamando de cachorra, e cada vez que ele dava um tapa, ele bombava mais forte. Cada tapa ele aumentava a velocidade. Era aí que eu sentia que ele já estava para gozar. Foi aí que ele não resistiu e gozou tudinho no meu cu. Sim, tudinho. Lá dentro. Quentinho. Melou tudo. Filho da puta!!! Ele sempre acaba comigo antes de eu acabar com ele. Mas nesse dia eu não dei mole. Eu como sempre querendo mais, fomos tomar um banho. Porque depois de ter me comido gostoso por trás, agora era a hora de eu foder - aquele moreno - pela frente. E fui!

Fernando Oliveira.

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