30 de agosto de 2016

NO BARZINHO. [+18]



Parei em frente da estação e ela já estava lá me esperando. 
Abaixei o vidro do carro e com a voz meio que rouca; chamei: 

- Eeeei... 

Ela, mexendo em seu celular, olhou pra mim e sorriu, vindo em direção ao carro com um olhar de tímidez.

-  Achei que fosse ficar te esperando. Odeio ter que esperar. Gosto de quem é pontual, assim como eu! - Eu disse dando aquela risadinha gostosa.

Era o nosso primeiro encontro. Ela toda linda e cheirosa, já me convenceu no visual. Que mulher! Nada tão exagerado, mas tudo bem atraente. Batom vermelho. Unhas vermelhas. Calça cintura alta e com um belo decote com uma jaqueta por cima para tentar esconder aqueles peitos redondinhos que estava quase pulando pra fora me querendo. 

- Hoje você ta perdida!  

Ela sentiu minha mão direita apertando firme a sua coxa e me respondeu:

- Ah é?

As nossas conversas acabaram nos apresentando da pior forma: nos mostrando o nosso lado mais safado possível. Digo ''pior'' no bom sentido, claro. Ela, com tesão, começava a me provocar via mensagem. Dizendo que a minha boca era bonita e que imaginava passando por todo o seu corpo. E eu, já entrando no papo, concordava, claro: - Minha boca é linda mesmo. E tem mais... eu sei usá-la muito bem.

Foi assim durante duas semanas com essas provocações virtuais. Ela ficava louca lá, e eu ficava mais louco ainda aqui. Não tinha mais aquele papo normal, a gente só falava de safadeza, putaria, chupada, dedada, tapa na cara; na bunda, puxão de cabelo, cachorra, safado, putinha, gostoso.

Era só curiosidade, eu acho. Ou vontade. Não era carência, ela não é um tipo de mulher que se entrega por isso. Nem amor, para, tava cedo pra falar em romance. Era só aquela vontade de querer fazer tudo que a nossa imaginação dizia. Mulher curiosa, provocante e tentadora. Foram essas palavras que eu tentei descrevê-la, claro, além de linda, charmosa vaidora e, com um jeitin de andar rebolando que, putaqueopariu!, fazia eu na hora me perguntar: ''- Será que ela vai rebolar assim quando estiver de-quatro pra mim?'' Caracas!!! Eu não podia imaginar isso, sei lá, não podia pensar nessas coisas. Já colocava a mão na nuca e eu mesmo pensava: 

''- Porra, moreno! Para de pensar nisso.''

Aproveitei o nosso primeiro encontro pra dizer que, cara-a-cara e olho-no-olho, que ela era mais linda ainda pessoalmente. Peguei naquele queixo e completei: 

- Puta-que-o-pariu!!! Que boca é essa, hein!!!

Parecia que nos conhecíamos há anos. Quem chegasse hoje e visse a nossa intimidade e liberdade, acharia que éramos até namorados, sem saber que nos conhecemos faz pouco tempo. 

Liguei o carro. Coloquei aquela música bem baixinho. Engatei a primeira e fomos - sem pressa - para o bar. Olha que nem sabíamos para onde íamos, isso foi de improviso, de última hora, tipo: ''Ah, vamos ali naquele bar!'', ''Ok, vamos!'' E ponto. Sem delongas. Sem frescuras. Só vamos. 

Eu olhava ela falar e já imaginava beijando aquela boca toda. Ela sabia me provocar. Na metade do caminho eu já colocava minha mão em sua coxa como se tivesse lhe fazendo um carinho. E ali mesmo, sem prestar muita atenção nas ruas e no trânsito, desviava o olhar olhando diretamente pra'quela buceta que a calça escondia e já imaginava eu me deliciando nela. 

Ela mexia bastante no cabelo e sorria, demonstrando estar bastante confiante e confortável ao meu lado. E eu nem sabia o que ela pensava (Se também estava pensando besteira, ou não. Mas acho que sim, afinal, ela era bem pior que eu.) Sem vergonha alguma e sem timidez, mesmo depois de eu mandar uma mensagem via facebook dizendo que eu ia, deliciosamente, engolir aquela bucetinha na primeira oportunidade que tivesse, por a sua calcinha de lado e chupar até ela, devagar, derramar todo o seu mel na minha boca para eu, enfim, sentir o seu sabor.

Depois de meia hora chegamos no local. Era um barzinho lotado, quase que não teve uma mesa para nós sentarmos. Garçom arrumou uma lá no cantinho e, ali mesmo, ficamos. Som ambiente. Galera animada. Sexta-feira gostosa. E a gente alí, no nosso primeiro encontro, um desejando o outro mentalmente, do jeito que eu gosto, lugar agradável, companhia boa, então perguntei: 

- Vai beber o quê?

- Cerveja e você?

- Também. Quer comer o quê?
- Ah, qualquer coisa e você, quer comer algo?

- Eu quero comer você!

Ela, por mais ousada que tenha sido comigo, dessa vez, ficou sem jeito, olhou para o outro lado e riu, arrumando a franja que escondia os seus olhos.

- Garçom? Um balde de cerveja e uma porção de batata com bacon, por favor!

Não demorou nem dez minutos e o garçom nos trouxe a cerveja com a nossa porção. Ainda até zombamos um com o outro: ''- Caralho, que rápido! Nunca fui num barzinho assim que a porção não demorasse tanto até a fome passar''.

Estar ali ao dela e olhar pra'quela boca macia, aquelas unhas vermelhas e aquele olhar de pidona querendo dizer: ''- Me-come-gostoso-moreno!'' foi tortura fatal, apelação, tesão, vontade e loucura, tudo ao mesmo tempo.

Lá pela terceira cerveja, aquela conversa gostosa de quem se conhecia há anos, aqueles olhares de quem, ali, não tava pra brincadeira, roubei um beijo. Sem tumulto. No sapatinho. Aquele beijinho no cantinho da boca e aquela pegada na nuca, só pra ela sentir, gostosamente, o meu toque. 

Nem foi no beijo que a gente acendeu o fogo. Foi só nas palavras atiradas. Ao ver ela tomando aquela cerveja eu falava: ''- Caralho!!! Tô imaginando o meu pau todo nessa sua boca.'' E ela, ao dar um gole na cerveja, passava a lingua pelo lábio dizendo: ''- Ah é?  Engolindo ele todinho?'' E eu, com uma puta cara de safado, confirmava: ''- Sim. Todinho. Por inteiro, sua gostosa. Mas depois você vai chupar as bolas, né?'' Ela ria, safadamente, afirmando: ''- Claro!!! Ainda vou bater uma punheta enquanto chupo elas. E quero que você bata esse pau na minha cara.'' Ave maria! Eu, já deu pau duro, ficava mais louco ainda imaginando cada cena.

Freamos a pegação antes que o bar todo visse as caras e bocas que, ali, fazíamos. Terminamos a cerveja. Deixamos a porção e fomos para o carro. 

Andamos uns 15 minutos e paramos numa rua escura, quieta, solitária. 

- Porque parou aqui? - Ela disse.

- Pra nada! - respondi, já desligando o carro e atacando com um beijo.

Aproveitei o beijo mais molhado para acariciar a nuca dela e prender bem firme a mão naquele cabelo. Ela se entortava virando os olhos, se recurvava mordendo o lábio, recolhia a cabeça me fazendo acreditar que, ali, era um dos seus pontos fracos. Empurrava meu corpo no dela, pegava em sua cintura trazendo mais pra perto de mim e não parava, um segundo sequer, com o nosso beijo. E que beijo!!! Boca perfeita, macia e gostosa, encaixava certinho na minha. Língua deliciosa com uma chupada incrível, de levar qualquer homem à loucura. Apertava mais a sua cintura enquanto a outra mão segurava sua nuca na altura da orelha. Que delícia. Meu Deus. Ela, toda dominadora, disse que iria chupar meu pau até engasgar. Eu pirava. Me enlouquecia. Ela sabia provocar e ainda insistia em dizer que ia engolir meu pau todinho ficando de 4 pra mim igual uma cachorrinha. Toda empinadinha. Com carinha de pidona. De quem quer pau. 

Ela falando assim me despertou mais ainda. Meu pau ficava cada vez mais duro, grosso e veiudo. Peguei a mão dela e coloquei em cima, ela já ligeira, massageou, apertou e foi tirando o meu cinto, abrindo meu zíper, pegando meu pau com a mão e batendo uma punheta bem gostosa. 

- Que delícia!!! - Eu sussurrava enquanto a beijava segurando pela nuca - Chupa essa porra, vai, minha cachorra! Não era esse pau que você queria? Então toma! Ele é todo seu!

Não demorou para ela cair de boca. Engolindo todinho. Até o talo. Até as bolas. Até preencher aquela boca todinha. Filha da puta. Que delícia. Ela sim sabia engolir, chupar, lamber, babar. Tinha uma habilidade incrível de trabalhar com aquela boca gostosa que, putaqueopariu, eu virava até os olhos. 

Eu já deitado no banco da frente assistindo ela me chupar toda empinadinha... não podia perder tempo e já aproveitava colocando a mão por dentro daquela calça, puxando aquela calcinha e tentando penetrar, com o dedo, aquele cuzinho que já estava todo melado de tesão.

Ela chupava sem parar, engolia tudo, rápido, depressa, do jeito que eu gosto. Eu não aguentava. Eu gemia e me entortava todo de tesão. E toda vez que eu tentava por meus dedos dentro dela enquanto estava de 4 pra mim, ela parava de chupar e falava:

- Tira a mão daí filho da puta!!!

Caralho! Eu não sabia se continuava tentando dedar aquela buceta sem o boquete, ou se parava e deixava ela me chupar até o fim. 

- Hoje é só comigo. Você não vai fazer nada! Fica quieto e deixa eu chupar!

Putaqueopariu! Mesmo eu não conseguindo sentir aquela bucetinha melada, eu ficava com mais tesão ainda quando ela falava assim como se estivesse me dominando. Mas eu tentava, de qualquer forma, acariciar aquela bunda, dar uns tapas, bater, puxar a calça, a calcinha. Ela falava sério, me obrigando a tirar a mão dalí e já botava meu pau todo na boca e chupava loucamente. Aff, que mulher.

''O jeito vai ser eu deixar ela trabalhar sozinha então.'' - eu pensava. Mas fiquei sem entender e me perguntava o porque dela estar fazendo isso comigo. Sem deixar eu tocá-la, chupá-la, ou enfiar o meu pau naquela bucetinha que eu tanto queria. ''- Será que é o jogo dela? Me fazendo ficar com mais vontade? Achando que eu vou esquecê-la na primeira noite? Não vou mais mandar mensagem? Caralho, mas não tinha nem como... só com aquele beijo eu mandava mensagem a semana toda, imagine com esse boquete... vou ligar já no dia seguinte marcando um novo encontro.''

Parei de pensar nisso e me concentrei naquela chupada. Era incrível. Sério. Fazia tempo que ninguém me chupava assim. Sem arranhar. Sem ter que ficar ensinando. Ela, mesmo tendo aquela cara de santinha, era treinada. Meu, que chupada, que boquete, e que boca! Ela engolia o meu pau todo. Até chegar na garganta, batendo o queixinho nas minhas bolas. Vai se fuder!!! Não tinha coisa mais prazerosa do que ver ela se engasgando engolindo meu pau. Na mesma hora ela tirava ele por inteiro e já chupava as bolas. Engolia elas. Babava. Passava a língua enquanto empunhetava. Batia ele na cara. Na bochecha; na outra. Roçava na testa, no nariz, no queixo, no pescoço, em tudo. Porra, que mulher! Ela, deliciosamente, aproveitava cada centímentro do meu pau. - Ainda bem que ela falou que ia acabar com ele. 

Não demorou muito e eu soltei um gemido: - Porra!!! Vou gozar...  - e na mesma hora ela me olhou dizendo:

- Ah é? Vai gozar na minha boquinha então! Tudinho.

- Vai engolir tudo, né?

- Claro. Tudinho! Quero tudo na boca. Aqui óh! - Ela dizia com a boquinha aberta mordendo o lábio inferior com aquela cara de safada que me deixava louco.

- Que filha da puta você!!! - Eu falava segurando meu pau. - Mas peraí, deixa eu bater ele nessa sua cara de cachorra! - E batia. Forte. Sem parar. Dando várias roladas naquela cara. E ela, de olhos fechados, adorando. 

- Chupa vai, minha putinha!!! Que agora eu vou te dar leitinho na boquinha. Bem quentinho. 

- Eu quero! E eu não vou deixar cair uma gotinha!!! 

Chupou. Tudinho. Mais rápido ainda. Depressa. Devorou meu pau todo com a boca. Babava. Cuspia. Se lambuzava. Empunhetava com aquela cara de pidona, de quem queria, loucamente, provar do meu mel. E provou. Não deu outra, conseguiu me fazer gozar sem eu precisar por as mãos, apenas com a sua chupada incrível. Filha da puta. Quem faz isso merece um troféu de melhor boquete do mundo. Ao empunhetar meu pau eu gozei, literalmente, tu-do naquela boca. E ela só parou de chupar quando sentiu que não saía mais nada. Esperou até o último jato e a última gota, sugando a cabeça do meu pau todinha pra dentro da boca, tirou pra fora e ainda passou a língua no lábio como se quisesse mais. Olhou pra mim e disse: 

- Nossa... quanto gozo. Que delícia!!! 

E caiu de boca de novo, limpando a cabeça que ainda, devagarinho, derramava leitinho.

Que mulher incrível. Trocamos elogios e decidimos ir embora, afinal, ela precisava ir trabalhar, pois já era quase 5hrs da manhã. 

Liguei o carro. Coloquei uma música bem baixinho. Engatei a primeira e fomos. Mas eu, com o pau ainda duro e estralado, queria mais. Tirei ele pra fora e peguei ela pelo pescoço dizendo: 

- Chupa mais, vai!!!

E ela foi, deliciosamente, chupando até chegar na sua casa.

Chegamos e nos despedimos. Fui embora de pau duro, com uma puta vontade de foder essa mulher no próximo encontro. Cheguei em casa, tomei um banho e fui dormir. Acho que ela também fez o mesmo.

De repente, às 8h00 da manhã meu celular toca, eu acordo e vejo uma mensagem dela dizendo:

- Adorei te ver. Eu quero mais, ainda não fiz nada. E óóóóh, ainda sinto o gosto do seu pau na minha boca, seu gostoso. 

Li e soltei um sorriso dizendo para mim mesmo: ''- Que mulher!!!''

Fernando Oliveira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário