27 de outubro de 2016

UM PRESENTE PRA ELA. [+18]



Ela, ao me recepcionar de toalha e cabelo solto em seu portão, foi um ingresso caro para o espetáculo da nossa noite. Passar a mão por cima do meu shorts abrindo calmamente o meu zíper foi um convite para o nosso show. A sua cama era o meu camarote. Te ver de cabelo solto e blusinha sem o sutiã, sem calcinha e com um shortinhos de seda socado na bunda, era de se devorar com os olhos. O meu pau já tremia dentro da cueca. A minha respiração aumentava com o coração pulsando forte. Era um pouco de amor, talvez. Tesão, sempre.

Beijar aquela boca era como escrever sobre romance, eu não queria mais parar. Cada passada de barba naquele pescoço era um conto picante. Cada aperto naquela cintura era um texto erótico. Cada toque naquela boca macia era uma frase de amor. Mas não era aqueles tipos de beijinhos meigos não! Era beijo mesmo. Beijo fodido. Beijo com tesão. Beijo com pegada, molhado e demorado. Sabe do que eu tô falando? Eu a engolia com os lábios, cara. Eu devorei ela com a língua, porra. Foi, literalmente, o BEIJO. 

Tirar aquele sutiã dentro do beijo era a melhor parte. Segurar forte aqueles seios grandes e redondos com as mãos deveria ser para sempre. Tipo, podia me congelar alí e parar o tempo com aqueles peitos em mãos que eu nem ligaria pra nada. Era uma delícia, um prazer em tanto; sentir nós dois bem calmos em corações dentro de cada beijo dado e passada de mão sem limites. Amor é isso; quando sem pressa, dois corpos se encaixam em perfeita harmonia e acabam se encontrando. E todas as noites eu a encontrava com a Mulher que ela realmente era e que poucas pessoas na sua vida conseguiram fazer ela ser que, sempre, eu fazia.

Adorei devorar aquele pescoço. Era nele que eu descobria o que ela exatamente escondia por trás de si. Era só uma passada de queixo com a minha barba-por-fazer pertinho do ombro pra ela se revelar. Suspiros. Gemidos. Sussurros. É em um beijo no pescoço, numa segurada forte na nuca prendendo firme o cabelo entre os dedos que a gente descobre quem é pra noite inteira ou só pra uma noitezinha. E aquela mulher, com aquele beijo eu não tinha dúvidas, cara, ela era pra todas as noites. TODAS.

E qualquer dia, nem quero que ela ousa em me falar; ''eu te busco'', porque não precisa me buscar, se for por ela, eu vou. Eu me jogo. Eu dou meus pulos. Não precisa me pegar em algum lugar ou me dar carona na hora de ir embora. Se for me pegar, me pegue na sua cozinha, no seu banheiro ou na sua sacada. E se for ousar em me dar carona algum dia, me leve para sua cama. Sim, de mãos dadas. Ou, com eu te abraçando por trás e te jogando contra parede. E essa carona vai ser uma daquelas que eu não vou querer que nunca tenha um fim. Porque se for parar na sua cama, tomara que seja uma carona eterna só de ida e sem volta.

Achava obrigatório dar - sem ela precisar pedir - um daqueles beijos mordiscado nos peitos. Sim, nos dois. Nos mamilos. No biquinho, sabe? Ai tu chupa. Tu suga pra dentro da boca enquanto sua mão aperta fortemente o outro, acariciando, assim; levemente. Entende? É obrigatório essas paradas. E não tinha algo mais arrepiante quando eu descia devagarinho a minha mão até àquela calcinha e ao tocar com os meus dedos, sentia ela gemer, se entortar de tesão com a calcinha completamente úmida, quente, molhada. QUE DELÍCIA.

Me lambuzar, lamber e chupar aquela buceta que me esperou por essa noite era o que eu mais queria. Eu abri, eu puxei, eu caí de boca. Sim, de cara. Eu gosto de sentir o cheiro daquela mulher. Eu gosto de provar do gosto daquele mel que ela solta quando a gente troca beijos e apertos. Eu devorei aquele clítoris enquanto latejava na minha boca. Eu sentia aquele grelo pulsando na minha língua. Eu chupava sem pausas, todinha. Sem paradas. Rápido.  Fazendo com que ela se esquecesse do que iria fazer no dia seguinte. Fazendo com que ela esquecesse de tudo que fosse ruim. Fazendo, literalmente, ela esquecer do mundo lá fora, e ali, dentro daquela chupada, só implorasse para eu entrar fundo dentro dela. Lá dentro.

Por que chupada tem que ser assim mesmo; completa. Ousada, também. Tem que cair de boca, de cara, de nariz e de queixo. Tem que improvisar. Sem nojo, porra. Mulher não gosto de quem tem nojinho não. Jamais um homem pode esquecer de chupar a mulher. Jamais um homem pode esquecer que uma mulher tem um clítoris, e que ele tem um dedão e uma língua para saboreá-la e fazê-la viajar de norte ao sul, do Brasil à China. Um dedo aqui, uma línguada ali. Um aperto aqui, uma chupada ali. Mulher gosta de cara que sabe inovar. Mulher gosta do improviso, do inesperado, da surpresa, e não da mesmice. Mulher odeia cara que não sabe o que fazer quando tem ela em mãos ou na cama.

Eu a convidei pra sentar na minha cara. Sim, claro e óbvio. Afinal, era a noite dela e eu era o seu presente. Eu pedi pra ela rebolar enquanto minha língua entrava por dentro daquela buceta. Porque naquela noite eu não tava pra namorar e nem fazer amorzinho; eu tinha ido pra foder. Isso mesmo, FODER. Porque ela gosta. Porque ela tava precisando. E eu também, principalmente de sentir, novamente, aquele cheiro. Aquele ar de amor, de tesão e de minha puta. 

Acabei com ela literalmente. Sem massagem. Foder ela com raiva e com saudade por ficar uns dias sem nos ver e o desejo só aumentar, foi demais. Fui com força, porque é disso que ela precisava. Fui com raiva, porque é disso que ela gosta. Sim, sem dó. Foi de 4, de lado, de frente e de costas. Fui fundo. TUDO. Profundo. Enchi de tapas de ficar marcas porque é isso que ela me pedia. Puxava o cabelo dela só pra ver aquela cara de cachorra, porque é disso que eu gosto. Gosto de vê-la Mulher. Gosto de vê-la realizada. Gosto de vê-la gozando pra mim. Sim, no meu pau, na minha boca, onde ela quiser. Porque ela pode! Pode tudo! Gosto de vê-la sempre satisfeita com tudo isso que ela tem na cama, principalmente comigo, que sou Eu, o seu moreno.

Fernando Oliveira.

2 comentários:

  1. Eu amo esses seus textos.
    Sou apaixonada por esse Moreno das suas histórias..
    Esse sim eh o homem..
    Hum homem completo. Romântico e selvagem.
    Homem capaz de levar uma mulher ao delírio..

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  2. Fernando, maravilhoso.

    Que texto eim ��������

    Beijo de sua grande fã, Layne Caren

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