15 de dezembro de 2016

Ela queria judiar, mas foi castigada. [+18]



Sentei na beira da cama e, de frente pro espelho que tinha quase 2 metros de altura e 2 metros e meio de largura pegando quase toda a parede do meu quarto, com muito apetite e com uma voz rouca de muito tesão, olhei pra ela e, abrindo o zíper do meu shorts, disse:

- Vem, minha cachorra! Mas vem engatinhando pra mim. Pro seu homem. Pro seu macho. Isso mesmo, rebolando e me olhando, até chegar aqui... aqui no meu pau. No seu pau.

Ela nem sequer respondeu. Só obedeceu.

Foram os 30 segundos mais gostosos da minha vida. Foram os 30 segundos de muito tesão que já senti no mundo ao vê-la assim: vindo de 4 toda empinadinha com aquele fio dental socado na bunda em direção do meu pau. 

- Caralho!!! Que gostosa!!! - Soprei baixinho.

Não demorou muito e ela já soube o que fazer. Terminou de abrir o meu zíper e sacou o meu pau pra fora que já estava duro, grosso, grande, de tesão, e começou, de leve, acariciá-lo. Aquele movimento de vai e vem. Devagarinho. Fazendo, aos poucos, ele crescer na sua mão até ela engolir ele todinho até as bolas baterem no seu queixinho.

- Gulosa!!! - Eu disse, controlando sua cabeça segurando-a pela nuca.

Tava foda vê-la de quatro, de frente pra mim e de costas para o espelho enquanto empunhetava e chupava, deliciosamente, todo o meu pau, fazendo cara de safada, de puta, de vadia, pois sabia que eu adorava ver tudo aquilo só para mim. E cada chupada que ela dava, ia melhorando. Eu ficava louco. Me retorcia todo. Virava os olhos com cada toque daquela mulher. 

Ao me ver se retorcendo na beira da cama, dava mais tesão pra ela. Então era aí que ela não parava. Não dava um pause. Chupava mais. Mais. E mais.

Eu adorava ver aquele rabo grande refletindo no espelho enquanto eu a segurava pelo cabelo fazendo ela engolir todinho o meu pau. Gostava de ver aquela buceta toda molhada e melada derramando aquele melzinho que eu adorava lamber. Adorava ver a cara de safada que ela fazia quando se engasgava com o meu pau todinho preenchido na sua boquinha querendo entrar fundo naquela garganta.

Ela era foda, fazia de propósito, pois quando percebia que o meu tesão ia aumentando, ela fazia questão de bater na bunda, passar o dedinho na boquinha e dedar o seu cuzinho, me mostrando o que eu iria comer bem gostoso naquela noite depois que o meu pau saísse daquela boca. E eu não aguentava quando ela fazia isso, afinal, eu adorava ver aquele cu apertadinho ficando todo arrombadinho. 

E eu também maltratava e judiava mostrando que se ela sabia judiar, eu sabia mais ainda castigá-la. ''- Cachorra!!!'' Era o que eu falava enquanto batia o pau bem duro e grosso naquelas bochechas. ''- Safada!!!'' Era o que eu sussurrava no ouvidinho quando puxava ela pelos cabelos pra perto de mim.  

Ela, agora de frente pro espelho e de costas pra mim, conseguia ver a minha cara de raiva e de devorador ao distribuir vários tapas naquela bunda gostosa. Com ela de cotovelos no chão e bem empinadinha pra mim, não resisti... abri aquele cuzinho, e, calmamente, fui enfiando o meu pau todo dentro dele. Sem pressa. Na calma. Bem devagarinho. Entrava a cabecinha. E eu só ia empurrando. Fazendo, devagarzinho, meu pau deslizar naquele cu apertado. E por já estar todo melado com o mel que escorreu daquele buceta, entrou fácil. Tudo. Todinho. Até o talo. Até as bolas. Coloquei tudo mesmo. Com vontade. E ela, fazendo aquele movimento de vai e vem querendo ver o meu pau todo dentro daquele cuzinho, me matou. 


Quando vi que meu pau já estava acostumado lá dentro, segurei naquela cintura e comecei a foder bem na moralzinha. E fui sentindo, devagarinho, o meu pau todo rasgando, deliciosamente, aquele cuzinho. Comecei a bombar. Fui aumentando a velocidade. Usava uma mão para bater naquela bunda e a outra para puxar forte aquele cabelo fazendo ela se envergar todinha para mim. 

- Cachorra!!! Era o que eu falava enquanto deixava aquela bunda toda vermelha de tapa.

Entre gemidos e suor, eu sentia ela gozando forte enquanto me olhava no espelho, fazendo cara de pidona, de chorona, de cachorra, de quem tava adorando, massageando aquele clitóris com um dedo e fazendo movimentos circulares na entrada da buceta com o outro. E eu não resisti, caralho, gozei junto com ela, preenchendo aquele cuzinho todo com a minha porra bem quentinha, mas não parei de foder e, mesmo com aquele cu todo gozado, fui fodendo bem forte, mais forte, sem parar, só para mostrar pra ela que, aquela noite, estava apenas começando. Apenas. 

Fernando Oliveira.

2 comentários:

  1. cara, eu sou tua fã! Os melhores textos que já li. Te amo <3 Parabéns

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