13 de julho de 2017

― CALADA!!! (+18)





Ela já estava alucinada de tesão.
A buceta chegava latejar doidinha para gozar pra mim.

Eu chupando não tem pra ninguém!
Sou devorador!
Acabo com tudo mesmo!
Sem dó!

Ela já não tinha mais forças para controlar a minha cabeça. Seus dedos já não tinham mais estabilidade para arranhar minhas costas. Então com uma mão ela segurou firme no travesseiro que ficava por de baixo da cabeça, com a outra ela apertou o lençol; cravou as unhas por dentro dele; apertou; rasgou e virou os olhos mordendo o lábio inferior enquanto eu me deliciava naquela buceta.

Ao mesmo tempo que eu me perdia ali no meio dela, ela gritava pedindo para eu não parar enquanto abraçava meu pescoço com as pernas.

''Chupa, safado! Chupa essa porra!'' ― ela dizia em voz alta com os olhos virados esfregando a buceta na minha barba.

''Assim que você gosta, né minha safada?'' eu dizia enquanto dedava seu cuzinho abocanhando aquela buceta.

Já com o corpo todo soado do vinho em que derramei, ela começava a se retorcer toda na cama de tanto tesão que eu, ali naquele momento, despertava. Mas quando atolei dois dedos dentro daquela bucetinha quentinha fazendo um movimento bem rápido; socando e tirando; socando e tirando sem parar, na minha velocidade máxima e, subindo e descendo com a língua bem rapidinho em seu clítoris, chupando-o sem parar, isso: SEM PARAR!, ela gozou!, li-te-ral-men-te, assim mesmo, bem de-va-ga-ri-nho, sussurrando, gemendo e gritando bem alto, T-U-D-O na minha boca.

E, enquanto eu me deliciava naquele mel que escorria, ela gritava aliviada me xingando de filho da puta. Olhei pra ela com cara de canalha e com a barba toda lambuzada, estiquei a mão para tapar sua boca e disse:

― CALADA!!! não faça barulho - repeti.

Ela só sorriu safadamente chupando dois dos seus dedos e passando no biquinho do seus peitos soprando baixinho:

''― Que moreno gostoso do caralho!''

Eu, com a boca toda gozada, fui subindo devagarinho deslizando a minha barba sobre aquela barriguinha, mordiscando aqueles peitos bem durinho, parando perto da boca dela, segurando pelo queixinho, dando um beijo e concordando:

''― EU sei! EU sei! Abre a boquinha que agora é a sua vez de ganhar leitinho.''

E foi. E ganhou. E tomou tudo pela boquinha.
Pra depois tomar pelo cuzinho.

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