29 de setembro de 2015

O SEGREDO DE UM AMOR FELIZ.




Eles não eram um casal perfeito. Não mesmo. Não era aqueles casais que a gente vê nas novelas em que o cara é super romântico e fazia tudo certo o tempo todo. E nem que a mulher fazia de tudo para agradar e dar o seu melhor. Para os amigos e familiares eles eram um dos casais mais lindos do mundo. Sim, até pra mim. Os dois se davam tão bem ao redor do povo que eles até se esqueciam que tinham brigado no dia anterior. As fotos que eles postavam eram de dar inveja, pois nunca tinha visto tanta felicidade e amor dentro de duas pessoas assim. Era raro. 

A certeza de que ainda existe amor no mundo que eles passavam para as pessoas era incrível. Ver os dois juntos dava até vontade de ter alguém. Ver os dois conversando, brincando, rindo, me dava vontade de arrumar um amor o mais rápido possível. Vendo os dois um ao lado do outro, surgia-me uma carência e um enorme querer de ter uma pessoa que me completasse assim como eles se completavam. Juro, eram tão lindos.

Mas só a gente de fora que tinha essa visão dos dois. Esse amor, essa cumplicidade e companheirismo que eles tinham só a gente notava. Mas só eles sabiam os momentos difícieis e tristes que passavam dentro de casa, de si e do coração. Eu de fora presenciava isso: O casal vinte. Mas só eles sabiam o que acontecia de verdade. Brigavam demais que chegava a ficar uns uns dias sem se falar, e nessa ausência de não manter contato, viviam um mandando indiretas para o outro. Cada um querendo ter a razão e ser a pessoa certa da história. Mas no fundo eles sabiam que tudo aquilo que tava rolando entre eles, por acontecer tantas briguinhas desnecessárias e ficarem uns dias sem se falar, era por orgulho bobo em ambas das partes. 

Mesmo havendo todas essas caras fechadas, bicos e birras, morriam de saudade um do outro. Ela não aguentava ficar longe dele. E por mais que estivesse certa, pedia desculpas para tê-lo de volta, e adorava aquela cara de bravo que ele fazia por ciumes quando brigavam por algo. E ele sempre a desculpava por que gostava tanto dela que não aguentava ficar longe também. E quando os dois se desculpavam, tudo passava a ficar mais bonito, mais leve e mais calmo. Depois da briga, ele ficavam até mais confortáveis e fortes. 

Eles sabiam que não podia deixar o amor morrer por besteiras. Sabiam que orgulho não era bom, pois o coração falava mais alto. Então matavam a saudade do jeito mais bonito que eles podiam fazer. Rapidamente um telefonava para o outro marcando um encontro imediato, para então, o perdão surgir e o amor de novo renascer. Se abraçavam tão apertados que parecia a primeira vez. Matavam a saudade do jeito mais lindo do mundo: fazendo amor com amor.  

No dia seguinte começavam tudo de novo. Iniciavam mais um novo amor. Era como se estivesse no ínicio de tudo. Todo dia para eles, era de nascer de novo. Tudo novo, limpo e com a mesma intensidade de se amarem. Parecia que nunca tinham brigados. Estavam curados do orgulho e satisfeito por estarem juntos. Um olhava para o outro e agradeciam por estarem felizes. 

Ela passava a imagem de uma princesa feliz e ele de um princípe encantado. E que juntos irão viver felizes para sempre, mas, não passavam de cão e gato que viviam brigando, e que no fundo, se amavam mais do que qualquer coisa no mundo.  

O segredo deles eram de não espalhar para os outros suas feridas, não compartilhar com o mundo suas tristezas, não sair contando para os setes ventos suas recaídas e nem sair por aí pedindo ajuda para arrumar um erro que foi cometido por eles mesmos, muito menos conselhos de amigos ou amigas que não sabiam exatamente o que falavam. Eles resolviam-se. Eles tinham total confiança em suas palavras que, ao invés de pedir conselhor às outras pessoas, eles se aconselhavam. O amor é isso: Pedir conselho para o próprio amor. Conversar e se entender com o próprio amor. Muitas pessoas que pedimos conselhos sobre nosso relacionamento não querem o nosso bem e nem querem ver a gente feliz ao lado de quem a gente tá. Por tanto, brigue, xingue, chore, insiste, mas depois, procure se entender, conversar e compreender tudo isso com o seu amor. Não existe nada melhor que um relacionamento que ambos tenham paciência para conversar, entender e perdoar.



Photo: Nathália Secafim e Kayque Cardoso.

Fernando Oliveira. 

25 de setembro de 2015

DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ, PARTE 2.



― Deita e relaxa. Agora é minha vez! - eu disse em voz rouca.


Esticada na minha cama sobre ao meu poder e sem reação alguma para me deter, lá estava ela. Cheia de tesão e pronta para eu devorá-la. A filha da puta era tão gostosa que eu fechei a porta e comecei beijando a maçaneta até chegar aos seus pés, para aproveitar cada beijo dado naquele quarto. Calmo e manso, ataco. Passando minha boca sobre sua perna macia. Espalhando beijos por ela toda até chegar na sua virilha. Rapidamente subo e paro em frente ao teu rosto, e digo: 

― Gostosa! Adoro essa tua cara de cachorra e esse seu olhar de safada.

Beijo-a loucamente e calmamente. Gosto de um beijo demorado e bem aproveitado. Gosto daqueles beijos bem molhados que eu - ao ser beijado - já imagino a pessoa me chupando todo. Sou daqueles que, dentro de um beijo recebido, já imagino tantas coisas. Era como se dentro do beijo, ao sentir aquela boca carnuda e molhada, estivesse tocando meu corpo todo, deslizando sobre meu peitoral/barriga até chegar no meu pau. O beijo dela fazia eu ir além do que eu era. Pensava coisas hilárias e muita putaria. Loucura? Não. Sou Homem!

Lá estava eu, o mais safado possível e comandando aquela mulher tarada. Meu corpo por cima dela e minhas pernas entrelaçadas prendendo-a para não escapar. Minha mão esquerda prestes à entrar por dentro daquela calcinha que soava de tanto tesão. Minha mão direita apertando aqueles seios com força. E meu beijo demorado, calmo, leve e molhado saboreando aquela boca carnuda e gostosa. Suas mãos já não sabiam onde ficavam; das minhas costas, ela rápidamente agarrou o travesseiro que ficara em baixo da tua nuca e começou se retorcer toda. E quanto mais ela se entortava na cama, mais eu a beijava, mais eu apertava aqueles peitos e atolava minha mão naquela buceta úmida, quente e macia.

 Affffff... - disse no pé do teu ouvido.  Que vontade de te chupar!

Ao vê-la se delirando por cada aperto, por cada passada de mão e cada beijo, eu ficava mais louco que ela. Segurava a tua nuca com força, colocava minha mão sobre teu cabelo e puxava brutalmente entortando sua cabeça para trás e dizia: 

 Cachorra!!! É disso que você gosta, né?! Então você vai ter! Piranha.

Atacava de novo com um beijo e calmamente, tirando seu sutiã, deslizava meu lábio sobre seu pescoço até chegar ao teu ombro. Segurava teu peito com uma mão. Desabotoando aquele sutiã, aproximava a minha boca molhada sobre o biquinho do seu peito e passava minha línguinha em volta dele devagarzinho. Lambuzando-a por inteira. Sugava aquele biquinho do seu peito para dentro da minha boca com força. Ao tirar completamente teu sutiã, joguei pra bem longe. E novamente, não resisti. Fui de boca naqueles peitos. Segurava os dois com as duas mãos e chupava literalmente. Lambuzando-os com a minha boca toda molhada. Calmamente, iria descendo com a minha língua sobre aquela barriga, até chegar na beira da sua calcinha. E arrancava com a boca, com força, aquele fio dental que tanto adorava e jogava pra cima do guarda-roupa dando um sumiço. Beijava aquela barriguinha sem parar. Enquanto meu dedão acariciava aquela buceta molhada e quente. 

― Primeiro, quero te fazer se sentir bem. Porque quando eu estiver dentro de você, irei me perder perdidamente. 

Eu dizia rindo, apertando-a pela cintura, modiscando no canto da tua buceta e atolando a mão em teus peitos. Podia notar que ela já estava alucinada de tesão. Suas mãos começavam a tremer. Seu corpo suava. Parecia uma manteiga derretida, quando enfim, caí de boca. Passei minha língua em seu clitóris, para cima e para baixo repetidamente e rápidamente. Apertando com força aqueles peitos com as mãos e, lambuzando totalmente aquela buceta que tanto me queria. Pra cima e pra baixo. Linguadinha aqui, linguadinha ali. Beijos e estalos ela ouvia e se arrepiava toda ao sentir minha língua se movimentando bem rápido em seu clitóris. E não parava. Quanto mais ela gemia e se entortava, mais eu pressionava minha boca sobre sua buceta. Foi então que não aguentei e atolei meus dois dedos dentro daquela buceta quente e comecei a bater uma para ela bem rápido. Tirando e colocando. Rápidamente. E dizendo:

 Cachorra!!! Que buceta quente e gostosa. Hoje vou acabar com ela!!!

Eu afundo um dos meus dedos dentro dela e trago até meus lábios. Chupo-os. Sugo-os. E soco novamente dentro dela, enfiando e tirando. E levo-os até  sua boca. Atolando até sua garganta. Sentia aquela boca tremendo de tesão, ela engole meu dedo todo tão deliciosamente imaginando o meu pau. Eu tiro e volto a socar novamente na sua buceta. Chupando e mamando no seu clitóris. Passando minha língua sobre ele. Para cima e para baixo rápidamente. Ela louca e alucinada fala:

 Não para, seu cachorro! Isso... chupa, soca! Vai. Com força! Vou gozar...

Já estou completamente perdido naquela mulher. Acho que essa doçura é só pra mim. O quadril dela sobe sobre o colchão. Hoje eu sou teu escravo, cachorra. Tenho seu corpo na palma da mão. Sei ler seu corpo como ninguém. Conheço suas vontades e seus arrepios. Eu à provoco literalmente. Prologando e espremendo cada sensação, fazendo ela esperar pelo orgasmo que parece ter iniciado há dias. Com minha língua, meus dedos, meus lábios, e minhas palavras eu levo ela a loucura, aos céus. Até que ela comece a se retorcer toda no colchão, gemendo e implorando.

― Chupa mais! Não para. Fode! Enfia... Vou gozarrrr... Aiiiii... 

E logo quando ela pensa que eu vou deixá-la gozar, eu me afasto. E volto a escalar o seu corpo. Viro-a de costas, deito-a de barriga para baixo eeee...

 Aiiiii... por que parou? - Ela disse, desesperada.

― Sssshhhhhiu, cachorra... Eu quero estar dentro de você quando gozar.

Deito a de barriga para baixo, afastando suas pernas e coloco tão profundamente o meu pau dentro dela que ela se enlouquece e abraça fortemente o travesseiro com seus punhos. Sinto o  meu pau todo dentro dela até o talo e começo a foder rápidamente. Fazendo com que ela ouça o barulho das minhas bolas batendo na sua bunda e sentindo meu pau todo entrando dentro de ti. Pego-a pelo cabelo e a controlo sua cabeça forçando para trás. Meu gemido é tão forte e alto que vibra dentro do seu ouvido. Pressionando meu peito sobre suas costas, chego perto do teu ombro e digo:

― Estou completamente perdido em você, safada. - E ela suspira, geme, grita e me arranha concordando completamente comigo.  Também estou, cachorro!!!

Segurando forte teu cabelo com uma mão, minha outra mão descontrolada deslizava por de baixo dela, até chegar naquela buceta, pressionando e circulando sobre seu clitóris. Dou tapinhas na testa dela. Depois soco dois dedos. Faço movimentos de cima para baixo bem rápido. Aquele movimento de esfrega esfrega. E sei que ela está quase lá. Eu sei. Eu sinto que ela quer gozar no meu pau. Ela vai rasgar aquele travesseiro de tanto tesão. Então eu peço:

― Goza, cachorra! Goza no meu pau. Lambuza ele todo. Deixando molhado com seu gozo bem quente. Vai! Vai sua cachorra. Quero sentir seu gozo escorrendo sobre meu pau por completo. Sua piranha!

E ao falar essas coisas no pé do seu ouvido, socando meu pau todo dentro dela e pressionando meus dedos em seu clitóris, ela explode!  Ela goza. Ela lambuza meu pau. Eu sinto aquela buceta mais quente do que já era. Ela treme. Suas pernas ficam bambas. Ela fica sem ar. Cheia de tesão. Me arranha. Me aperta. Me morde e me enlouquece mais ainda. E eu não paro. Eu enfio mais forte o meu pau dentro dela. Tirando e colocando. Tirando e colocando.

 O que você sente, sua cachorra? me diz.

 Caralho!!! Eu sinto você. Sinto tudo por você, cachorro. Gozei!!! Ahhhhh... chega estou sem fôlego e sem forças. Que pau gostoso. Que gozada gostosa!!!

― Que delícia... 

Depois de satisfazer essa safada. Chamei:

― Agora vem aqui, minha cachorra. Deita-se sobre meu ombro. Acalme-se. Sinta-se segura diante do seu Homem. Que depois dessa noite longa de sexo, vou te fazer Mulher. Vou te fazer a minha mulher.

Passei a noite toda cobrindo-a de cafunés. De carinhos. De mimos. De abraços. Cantei até uma música para ela dormir, que ela até sorriu por minha vóz estar rouca, mas agradeceu e me abraçou mais forte. Como se eu fosse único e o Homem da vida dela e disse completamente satisfeita: 

― Obrigado por me fazer a Mulher que nenhum homem conseguiu.


Fernando Oliveira.


















24 de setembro de 2015

DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ!



Foi só entrarmos por aquele quarto e notarmos aquela cama gigante pra ela me atacar. Nem deu tempo de perguntar nada. A vontade dela de me devorar era a mesma vontade que eu tava de acabar com ela literalmente naquela cama.

 Sem massagem, só sexo. Hoje você é minha puta! - Eu disse.

Não teve perguntas, nem respostas. Me atacou!

Parecia estar possuída dentro de um corpo de uma prostituta, mas estava completamente em si. Ela era ela. Estava sendo aquilo que tanto quis ser ao me encontrar. Estava realizando sua vontade e seu desejo. A vontade era enorme. Me agarrou com amor. Grudou em meu pescoço com força e me lascou um beijo de arrepiar. Beijo molhado, mão na nuca e a outra no meu pau. Estava louco de tesão que suspirava loucamente perto do teu ouvido e tentava falar:

  Vemmmm aquiiii... 

Rápidamente tapou minha boca com uma de suas mãos e disse: 

 Fique quieto! deixa comigo, cachorro.

E me beijava todo. Me arranhava por completo. Estava completamente vagando aos céus, sendo que estava em seus braços e no seu comando. Ela era foda! Não me controlava e também - ao meu beijar segurando meu pau - eu a segurava pela nuca e apertava os seus peitos redondos e durinhos. Já trocava e pegava bem forte na tua bunda. Eu não perdia um segundo do suspiro e gemido daquela cachorra. 

Foi tirando minha camisa com pressa, sem eu precisar tirar. Beijou meu peitoral todo. Deslizou sua lingua sobre a minha barriga me deixando arrepiado e parou com ela sobre o meu umbigo. Apertou meu pau sobre o meu shorts e começou a massageá-lo. De joelhos pra mim - observei calmamente - ela concentrada, louca, pirada, possuída e tarada, querendo devorar  o meu pau que já estava estralado de tesão. Tirou completamente o meu shorts e o jogou pra bem longe. Tirou meu pau da cueca e rápidamente, passou sua linguinha sobre a cabeça eeeeeee não resisti e suspirei:

 Aiiiiii, delíííícia do caralho. 

E ela ria. Ria com aquela risada de tá gostando de tudo aquilo. Aquela mulher era incrível. Ela dava mordidinhas no meu pau por dentro da cueca só para provocar. Ela beijava a cabeça do meu pau varando a cueca só para me matar de tesão. Foi aí que me disse:

 Senta-se na beira da cama, safado! 

Rápidamente sentei e a observei fazer tudo aquilo que tanto esperava. 

A chupada daquela mulher era de outro mundo. Ela tapava minha boca com uma mão e com a outra segurava meu pau mirando pra sua boca. Percorria cada pedacinho da minha barriga com a ponta da língua, provocando-me arrepios que nem eu sabia da onde vinha. Chegava no meu pau, duro, estralado de tanto tesão e passava a língua tudo ao redor. Tudo. Eu disse tudo. Ela era foda. Mordia a minha coxa, chupava as minhas bolas e as engoliam com carinho, lógico. Subia lambendo meu pau até a ponta da cabeça. Ao chegar na ponta, engolia ele todo. TODO.

 MEUUUU DEUUUUS. Que mulher. - gritava eu de tesão.

Aquela mulher era uma filha da puta treinada do caralho. Com o meu pau todo dentro da boca, conseguia sugá-lo com tanto carinho pra eu ficar com o máximo de tesão possível. Pegava com a mão, forte e firme. Fazia um movimento de vai e vem bem devagar. Com a cabeça posicionada pra frente, chupando ele todo. Devorando e saboreando a cabeça do meu pau todinha. Ela olhava pra minha cara com cara de safada e de cachorra. 

 Putiiiiis, que piranha. Sua puta. Não para! Vai! Chupa! Engole! - Eu dizia, louco e pirado de tesão.

Ao mesmo tempo que ela aumentava o ritimo de sua mão direita me punhentando, ela aumentava a velocidade da sua chupada. O caos se instaura, eu peço pra ela ir mais rápido:

 Vai minha puta. Chupa. Rápido! Bate meu pau na sua bochecha; na outra. Esfrega ele na tua cara, cachorra! Que eu vou gozar.

O movimento de sua mão bem rápido, controlando meu pau num vai e vem me deixava alucinado. 

 MEU DEUS, QUE MULHER!!! - eu pensava.

Ela encostava a cabeça do meu pau em seus peitos e ainda me dava um sorriso sacana. Ela aumentava mais ainda o vai e vem porque sabia que eu queria gozar. Eu pedia pra ir mais rápido, mais forte e com mais força. Vai sua puta. Acaba com meu cacete. Ela encostava meu pau contra o seu peito. Apertava-o. Batia bem rápido. Eu maluco. Gemia. Sussurrava e a chamava de puta, cachorra, cadela. Quero gozar! Naquele momento sentia o jorro da porra saindo e miro rápidamente na sua boca e falo:

 Abre essa boca, cachorra!

E derramo, deliciosamente, cuidadosamente minha porra sobre a sua boca. Sobre o seu lábio. Sobre a sua bochecha. Sobre os seus peitos. Em tudo. Banhei-a literalmente. Meu pau quente, duro, ela ainda o segurava. Beijava-o e o engolia novamente. Ela cai pro lado e eu para o outro. Coloco a mão na testa de puro tesão e olho para ela. Ela retribui o olhar. Passando as mãos nos seus peitos gozados, espalhando toda a minha porra jorrada ali, olhando com cara de safada. Pegou o dedo do meio e chupou gostoso só para me mostrar que sexo não é só penetração. 

― MEU DEUS, QUE MULHER!

Olhando pra'quela cachorra, levanto-me rapidamente. E falo:

― Deita e relaxa. Agora é minha vez!


Ps: Essa é a 1ª parte do - DEITA E RELAXA. AGORA É MINHA VEZ! 

A 2ª parte em breve estará aqui no blog, pois sou eu quem ataco, sou eu quem comando, sou eu quem à devoro. E vocês, vocês mesmo, leitoras, estarão perdidas com os meus textos eróticos.

Aguardo - ansiosamente - por vocês, amores. 


Fernando Oliveira.








22 de setembro de 2015

A SAUDADE CHEGA MAIS RÁPIDO QUE VOCÊ.




Não dá. Eu sei exatamente quando algo tá pra chegar ao fim. Eu sei quando alguém quer ir embora e não sente mais nada. Tenho um sexto sentido e ele sempre funciona. Quando o amor é recíproco, eu sei. Quando o amor é só da minha parte, sei também. E tudo que tava pra nascer entre nós dois, terminou antes de existir. 

Essa tua mudança radical da noite pro dia me rasgou toda por dentro. Essa tua recaída me machucou toda por completa. Esse teu silêncio de não querer demonstrar o que sentes me dói nos nervos. Esse frio que você vem carregando no seu coração faz sangrar o meu. Essa sua falta de atitude diante de nosso relacionamento me desanima. A vida é pra frente. Não dá pra ficarmos parados pensando na morte da bizerra. Tem tantas coisas para eu fazer e eu fico aqui, patética e toda esperançosa, esperando por uma resposta que pode mudar a minha vida. Mas não. Você permanece nesse teu silêncio, nesse teu mundo calado e mudo, guardando as coisas para si. 


Eu sou totalmente ao contrário. Se eu não tô gostando, chego e mando a real. Não sou de fingir que nada aconteceu e mudar meu jeito contigo completamente de um dia para o outro. Não sou de ficar arrastando relacionamento. Se eu não quero, eu dou um basta e ponto. Se eu tenho uma recaída no relacionamento, procuro conversar, me explicar, e se valer à pena, faço de tudo para voltar ao normal. Se por acaso eu ficar em silêncio algum dia, chegue mais perto e me faça gritar. Se um dia eu fazer o que você faz, de se aquietar e não demonstrar o que queres e nem o que sentes, me mande embora da tua vida. 

Não é bom para ninguém ficar ao lado de quem não sabe ainda o que quer. É ruim ficar com quem não dá um passo pra frente, nem pra trás e só fica no mesmo lugar. Eu não quero isso pra minha vida. Quero alguém que se for para ficar, me ajude a caminhar. E que se um dia for embora e não sentir mais nada, me avise e vá com Deus, sem mágoa, sem receio, sem maldade e sem saudade. 

Talvez eu seja o teu avesso. Quando eu gosto, eu fico e cuido. Quando eu quero, eu não vou embora por qualquer bobagem, pois permaneço até a última saudade. Quando se trata de amor, eu me entrego e me jogo de um prédio sem para-quedas para ver se a pessoa vai estar lá em baixo para me segurar, me agarrar e me cuidar. Sou fiel demais aos sentimentos que sinto. Sou verdadeira demais para estar ao lado de alguém de mentira, que vive de ilusão e de farsa. Gosto da sinceridade de um cara responsa. Que diz a verdade, que demonstra o que sente. Assim, não há decepções.

Mas cá entre nós, de uns dias pra cá, você não foi tão presente. Faltou atenção, faltou carinho e faltou você. Eu não sou de ficar cobrando todas essas coisas de ti, sendo que quando te conheci, isso eu nem precisava estar implorando, você me dava por vontade própria e de coração. E olha o que você se tornou agora? Você não é você e nem aquilo que eu imaginava que fosse. E hoje em dia você tá me mostrando realmente aquilo que você é: Só mais uma saudade. Saudade chega rápido e você nunca chega. A saudade tá sempre comigo e você nunca tá. A saudade que eu sinto é verdadeira e você nunca é. A saudade não me esconde nada e você sempre esconde. Mas lembre-se que, saudade eu posso sentir sempre e quando eu quiser. Mas existe também a saudade ruim, aquela saudade que a gente não quer sentir nunca. Aquela saudade que queremos dar um fim e esquecer como se nada tivesse acontecido. E você tá se tornando uma saudade assim. Tome cuidado, amor, que saudade dá e passa. Daqui a pouco tudo será passado.

Fernando Oliveira.