29 de dezembro de 2015

ERA AMOR, MAS SÓ DA MINHA PARTE.

Photo: Larissa Nunes.



Sou esperta, cara. Não sou essas garotas que você vive brincando por aí como se fosse um objeto em mãos. Aqui, comigo, o jogo é bruto. Cê acha que eu sou boba?! Acha que só porque tenho essa carinha de menina mimada e sou super carinhosa você quer brincar com o meu coração igual sempre brincou por aí?! Acha também que pode ir e voltar quando quiser? E que pode ligar na madrugada como se eu tivesse a obrigação de te receber bêbado igual suas outras ''amigas''?! Tá super enganado. Eu era bobinha, claro, e vivia no teu pé. Mas hoje as coisas mudaram, e depois de tantos tropeços em relações amorosas, aprendi a pisar firme no chão e me equilibrar. Notei sua mudança de uns dias pra cá e vi que você só me procurava quando, realmente, não tinha nada para fazer. Notei que você tava a fim de brincar com a minha vida, só que eu já sou madura demais para perder tempo brincando por aí. Dessa fase eu já passei. Eu quero algo sério, cara. Quero alguém que vale à pena, se liga, acorda, que uma mulher assim tu não vai encontrar tão fácil por aí. E agora, por essa tua ausência e atitudes de moleque estou aprendendo a viver sem você. 

Agora é tarde. Não pra mim, mas sim, pra você. Eu que demorei todo esse tempo para perceber que você não é uma boa peça para completar o meu quebra-cabeça. Hoje finalmente abri meus olhos e enxerguei tudo aquilo que eu fiz por você e até agora tu não teve reconhecimento algum do meu esforço e vontade de lutar diante de muitas coisas e pessoas para ficar ao seu lado. Desacreditei de amigos e familiares quando eles me diziam que você não seria uma boa pessoa para mim. Você quer festas, farras, amigos, bebidas, status e curtição. Eu quero histórias, viagens, amor, família e coração. Hoje eu notei que tudo que eu fiz por você foi em vão. Mas não me arrependo, foi tudo por vontade própria e de coração. E ao abrir - finalmente - meus olhos e enxergar na vida o que realmente é bom pra mim, vi que você já não faz mais parte dos meus planos. Não venha atrás, sério, pois você que pediu para ser assim. Chega de ficar presa no seu joguinho e apartir de agora vai ser tudo do meu jeito e como eu quiser. Hoje optei preservar quem realmente reconhece o meu grande valor. Não tenho mais todo aquele tempo do mundo pra você, pois hoje, finalmente, o seu tempo acabou.


É hora de deixar ir embora o que não me pertence mais. Dar um basta de verdade naquilo que não poderá voltar ao normal. Deixa morrer de vez o que a vida já me despediu. O que foi e já não me serve mais, virou apenas um passado. E passado o vento levou pra bem longe do meu alcance. Vou seguindo os meus dias de cabeça erguida e viajando por aí até encontrar qualquer coisa (ou pessoa) tão fantástica que me dê vontade de parar e ficar ali para sempre. Quem confia na vida sabe que todos os acontecimentos, mesmo os ruins, são para nos ensinar a achar um caminho bem melhor. E sempre existe um caminho melhor. Basta, acharmos.

Estou indo sem saber para onde o ''indo'' irá me levar. Nada que uma viagem pra bem longe daqui resolvesse os meus problemas. Por que de longe, bem longe mesmo, nada afeta. Santa Catarina me dará todo o tempo que perdi aqui em São Paulo. Não vou ficar lá para sempre e nem vou atrás de um novo amor. Jamais. Só vou me resolver e distrair a minha mente um pouco, curtir algumas festas, sentar na beira da praia, soltar o cabelo ao vento, pisar descalço na areia e tomar um porre junto com a minha amiga enquanto daremos risadas falando dos nossos ex-amores que perderam dois corações gigantes de duas grandes mulheres. E creio que quando eu voltar, serei outra pessoa e outra mulher bem mais forte do que eu era. Respirar outro ar é necessário, conhecer outras pessoas é obrigatório, esquecer o que me machuca e me distanciar daquilo que vive me prendendo será fundamental. Eu vou. Já fiz a minha mala e só vou levar coisas boas que me fortalecem em algo; minhas roupas mais leves, meu óculos de sol, meu livro empoeirado que faz tempo que não folheio, minha dignidade, minha sabedoria e minha simplicidade. E pode ter certeza que a única coisa que eu não vou levar e vai ficar aqui em SP, será suas lembranças. E as lembranças que tive de vocês dias atrás não foram tão boas e até lá já foram deletadas com o tempo. Já deu. Eu fui. Só espero que não sinta saudade do sorriso que um dia já foi seu nas fotos que eu irei postar. É hora de eu gargalhar com o coração, antes que ele chore por mim. É hora de recomeçar e de ser tudo aquilo que eu era antes de você aparecer. É hora de eu sorrir pra vida, antes que ela dê risadas de mim. E sorrir pra vida rindo de você por trocar uma grande mulher por pequenas garotas, será um grande alívio.


Fernando Oliveira.   


10 de dezembro de 2015

TE-QUERO-HOJE! AMANHÃ É OUTRO DIA, AMOR.

Photo: Michael Leonel e Vitória Santana.


Creio que tudo isso que tá rolando entre a gente - hoje - não é em vão e nenhuma palavra dita (pelo menos da minha parte) será esquecida no dia seguinte. Te conheço há anos mas acabamos nos envolvendo agora. Engraçada esta vida, né?! Agradeço ela, claro. O destino, também. Até porque, se tivéssemos nos envolvido antes, daria errado. Ou se deixassemos para amanhã, nem aconteceria. Acredito que tudo tem a sua hora exata de acontecer e a nossa hora está acontecendo agora.

Tive várias oportunidades de pedir teu número mas achava você um cara galinha demais, e caras assim, não faz nenhum pouco o meu tipo. Todas comentavam de você por ser um cara atraente, bonito e charmoso. Algumas elogiavam e outras até te ''queimavam'' dizendo que você só sabia de iludir as garotas que tu conhecia por aí, mas também falavam que você era um cara bacana, trabalhador, estudioso e homem para assumir seus erros, então eu achava que, por ser uma garota simples, não tão vulgar quanto as outras e nem escandalosa do tipo daquelas garotas que você ficava ao lado nas baladas, não teria chance alguma de um dia poder te conquistar. Então eu ficava na minha, tímida e observando cada passo que você dava por aí na vida. 

De tantas oportunidades que eu tive e não aproveitei, você também teve. E eu agradeço por não ter pedido pra ficar comigo naquela festa entre amigos até porque não sou de dizer sim tão fácil e com certeza você iria desistir de mim no dia seguinte. E mesmo se eu dizesse sim naquela noite de festa, você só iria curtir o meu beijo e caso rolasse um sexo no quarto daquele seu amigo do colégio você iria picar o pé como se nada tivesse acontecido. É o que os homens fazem em festas comemorativas, só querem tirar um lazer com a primeira garota que aceitar tomar um drink do seu próprio copo. Tadinha delas, sério. Mas não sou dessas e nunca vou ser. Você tava bêbado e tarado, queria só uma garota para te satisfazer ali naquele momento. Eu percebia tudo isso. Tenho cara de menina boba, mas não sou não. E pra ser mulher de uma noite só, não é comigo, pois sou mulher de muitas noites. 

E agradeço por ter te encontrado agora; no meu tempo e no seu tempo. Sei que anos atrás você só queria curtição, sair beijando e transando por aí como se não existisse o amanhã. Sei também que muitas pessoas vão chegar comentando de você, dizendo coisas banais e que você não vale nada. Não é? Mas escuta só: Eu sou uma mulher madura e sei lidar muito bem com isso. Aposto que hoje em dia você mudou, tem outros pensamentos e não é mais o mesmo de antes, certo? Cá entre nós, notei sua mudança e seu interesse pelas coisas da vida. Agradeço, claro. Gosto de homem assim, de cabeça, maduro e decidido nas suas escolhas. Eu não gosto de por o passado em meu presente e jamais vou ousar em citar o que você fez anos atrás para prejudicar a gente no presente. Quero tudo isso que a gente tá vivendo - o hoje e o daqui a pouco - bem aproveitados. Tenho muita coisa para te oferecer e sei que você tem muita coisa para poder me ensinar. Ontem já foi, o amanhã está por vir, então vamos aproveitar o ''agora''. Tô pegando uma confiança enorme em você e espero não me decepcionar, pois sou fácil de acreditar nas pessoas, mas para dar um passo pra trás e jogar tudo para o alto, é mais fácil ainda. 

Se tivesse aparecido tempo atrás com certeza você iria levar um pé na bunda, ou sei lá, não daria nada certo. E acredito sempre que as coisas é tudo no tempo de Deus. Não sirvo só para um dia de prazer ou só para matar sua vontade de gozar numa madrugada. Com certeza iria te dar um tapa na cara assim que ousasse me agarrar na frente de todos seus amigos querendo roubar um beijo meu para se aparecer e no outro dia se sentir o garanhão só por ter beijado a garota mais difícil do seu bairro. Gosto de homem de atitude, claro, mas não de homem exibido, que faz apostas com amigos para ganhar um beijo de uma garota. Não, pelo-amor-de-Deus, não é minha praia.

Tudo que está acontecendo entre nós não foi por acaso. Não vou ter medo de seguir do seu lado, mas claro, tive algumas decepções amorosas e torço para que isso não se repita. Até porque, cada um é diferente do outro, e jamais iria querer culpar você por um homem ter me feito uma babaca no passado. Hoje estou jogando todas minhas fichas em você e depositando total confiança em ti para que a gente fique bem e que a gente dê certo. Certo? Estou entrando nesse novo ''amor'' de cabeça, inteira e completa. Por que eu sempre fui assim, odeio ir pela metade e aos poucos. Espero que esteja inteiro e completo também, para poder lidar, cuidar, preservar e amar uma mulher decidida assim como Eu, amor.


Fernando Oliveira.

2 de dezembro de 2015

SEXTA-FERA, PIZZA, VINHO E UMA CHUPADA 2.



 Ahhhhhhh. Que moreno incrível. Puta-que-o-pariu... canalha!!!

Eram assim suas últimas palavras sempre quando eu fazia ela gozar. Agora me responda, cara: fazer a mulher - chegar lá - é bom, mas ver a reação dela gozando, gritando horrores, falando palavrões, gemendo escandalosamente é sensacional, prazeroso e extremamente incrível. Sabia? Tu já passou por isso um dia? Senão, tá perdendo tempo. Vou te dar algumas dicas simples, até porque isso não se ensina, já nasce com o Homem. 

Cara, não tem coisa melhor que ''saber'' dominar uma mulher na cama, no sofá, no banheiro ou em qualquer lugar que lhe sinta à vontade. Tem que saber, do fundo, fazer ela te sentir. Assim, sem pressa e sem desespero. Ir com muita sede ao pote, querendo esquentar depressa a pegada, pode acabar esfriando tudo. É na calma que ela vai sentir os arrepios tomando conta do seu corpo e o tesão vai surgindo enquanto você, calmamente, desliza sua barba sob o pescoço dela, tirando calmamente o seu sutiã, segurando firme em seu queixo e aí sim, tu deixaria tua língua deslizar até o biquinho do peito dela para então, você dar aquela chupada e sugada pra dentro da boca. Certo? Mas se você não tiver a barba, cara, tu tá perdido.

Voltando naquela sexta-feira de muito sexo, pizza e vinho. Aquela mulher estava completamente tarada e louca pelo meu pau. Ao fazer, deliciosamente ela gozar na minha boca, ela não se contentou só com aquilo. Ela queria mais. Mais do que demais. (É por isso que eu gostava dela, ela me surpreendia.) Tem muita garota egoísta, ou até mesmo, homens. Mas ela não só pensava em si, ela queria acabar comigo também. Não demorou muito para ela me puxar pelos braços e me tirar daquela sala me levando para o quintal de casa onde era céu aberto e de fundo tinha a garagem onde eu coloquei o carro. Foi um tesão ver ela alucinada, bruta, me pegando pelos braços e me jogando contra a parede do meu quintal e dizendo:

― Fica aqui, cachorro! 
Tira isso, tira aquilo. Ergue os braços, relaxa e deixa comigo!

Ela também sabia me dominar. Ela tinha o poder da sedução e ela sabia me olhar com aquela cara de devoradora de pau. E não tinha algo mais excitante do que ouvir ela dizer:

― Hoje vou te devorar, assim, devagarinho. Lamber, morder, com carinho. Não coloque a mão, deixe comigo. Eu amo chupar, é um vício. Me escuta e só me obedece. É na minha boca que eu quero que o seu pau cresce. Ajoelho, do jeito que você gosta. Pode susurrar, vai ter até espanhola. Não se espante, acalme-se e me ouça. Pego seu pau com a mão e soco tudo na minha boca.

Eu já tava louco com essa mulher. Olhava pra baixo e via ela naquela posição de quatro no chão engolindo todo o meu pau, isso acabava comigo. Aquela bunda empinada parecendo um coração, com aquela marquinha e aquela calcinha vermelha me levava à loucura. Como ela pediu para eu deixar tudo com ela, eu fiquei na minha, observando e sentindo o maior prazer do mundo dentro daquele boquete quente que ela fazia. E vou te contar, ein? Que chupada!

Dava pra ouvir o barulho dela sugando meu pau todo pra dentro da boca. Dava pra sentir ela atolando meu pau até a sua garganta enquanto minhas bolas batiam em seu queixo. Porra, que gulosa! E quando ela tirava tudo da boca e socava tudo de novo até o talo? Meu Deus, que mulher. Ela tirava, batia na cara, na bochecha; na outra. Cuspia, lambia, passava a língua e engolia tudo de novo. Afff, que cachorra! Realmente, ela sabia chupar um pau. E eu já me entortando todo de tesão, com o pau latejando querendo gozar, ela pega e me fala:

― Calma, seu cachorro. Adoro esse pau grande, veiudo e grosso. Vou devagar, óh, preste-atenção. Quero sentir você gemendo, de prazer, de tesão. Olha meus peitos, tá vendo? Quero o seu pau aqui... aqui no meio. Quero ele quente e fervendo. Quero que você goze aqui, pra eu me sentir derretendo.

Como não ir à loucura com uma coisa dessa? Como resistir à uma mulher assim? Meu Deus, ela era incrível. Não tava mais aguentando de prazer e eu queria gozar logo para ela. Ela estava, realmente, acabando comigo. Eu já não tinha mais reacão, pois não podia fazer nada. Ela me dominou e não demorou muito para que ela notasse que eu já não conseguia mais segurar. Ela já sabia quando eu já estava preste à gozar, pegou e chupou mais rápido, repetidamente, e me disse:

 Amor, vai gozar? Goza aqui, óh, sem parar. Eu chupo, óh, chupo gostoso. Quero que me lambuza, quero sentir o seu gosto. Empurro tudo na boca e tiro rapidamente. Não se desespere, relaxa, controle sua mente. Tá quase pra gozar, eu sinto. Goza tudo na minha cara, não vou deixar cair um pingo. Vem, tá na hora. Me lambuza por completa, agora. Pego, aperto, olha aqui e repara. Soca esse pau na minha boca, na guela e bate na cara. Mete mais rápido, me instiga. Tiro, coloco, chupo forte sua pica. Faço cara de puta e de safada. Peço com carinho, amor, me deixa toda gozada? Olho pra você e soco tudo na boca. Empurra, vai, empurra com força. Ajoelho-me e abro a boquinha. Vai amor, dá um banho de porra na sua putinha? 

Meu Deus!!! Não resisti e gozei tudo naquela boca. Lambuzei mesmo, todinha. Na boca, na cara e nos peitos. Não tinha nada mais instigante de ver ela passando a língua tentando não deixar cair o pingo que estava descendo sobre o seu queixo. Porra, que delícia. Eu olhava, eu ficava louco, eu me retorcia todo ao ver ela se deliciando com o meu gozo sobre os seus dedos e chupando cada um bem calmamente olhando pra mim com cara de cachorra querendo o 3° ROUND. Aff, óh, que mulher!

Fernando Oliveira.  


1 de dezembro de 2015

SEXTA-FEIRA, PIZZA, VINHO E UMA CHUPADA.



Era sexta-feira à noite e eu estava exausto. Tinha tido uma semana produtiva e cansativa por causa do trabalho. Rezei para que esse dia chegasse logo para eu fugir desses tormentos que eu estava acumulando semanal. Queria logo o final de semana para eu me entupir de cerveja gelada e jogar conversa fora com meus camaradas. 

Mas era sexta-feira ainda, e para não abusar tanto, queria algo calmo para esta noite. Queria um dia tranquilo de muito prazer, pizza, vinho e sexo. Sim, sexo. Sou fanático por isso. Você não? que pena! Ainda não inventaram coisa melhor que o sexo, e se inventaram, não sei, pois ainda não senti - outro prazer melhor - do que ver uma mulher gozando pra mim enquanto eu atolava o meu pau  com ela de quatro quase rasgando o lençol com suas unhas enormes se retorcendo toda e olhando pra trás com aquela cara de que, ali, naquela cama, estava completamente satisfeita. Não, nunca vi algo mais prazeroso.

Mas calma... Voltando naquela sexta-feira, após meu almoço, resolvi ligar para a minha paquera. Isso mesmo, paquera. É um dos apelidos carinhosos que eu dei à ela. Por que eu a chamava de tudo quanto é nome, pois não tínhamos definições, só vontade de sexo e saudade de fazer de novo. Era minha paquera, minha pegada, meu pente certo, meu sexo predileto, minha amante da madrugada, e tantos outros nomes que até mesmo, a chamava de minha puta quando estavámos à sós. Ela adorava, claro. E eu adorava mais ainda quando a chamava assim e ela soltava um sorriso de canto com aquela cara de safada querendo que eu à devorasse por inteira. Cara, aquela mulher era foda!

Não tinha tempo ruim pra'quela garota. Ela nunca me dizia não e sempre quando eu queria ela estava disposta, decidida, e pronta pra dar uma. Engraçado, né? Ou, sei lá, que moral? Talvez eu fazia tudo certo, ou no fundo, ela adorava transar mesmo. Não deu outra, liguei, mandei a real, e ela finalizou a ligação dizendo com aquela voz safada que ela sabia que eu tanto adorava:

 Tá ok! 
Passa em casa às 22hrs para me pegar. 
E óh, pega de jeito, tá?  riu safadamente.

Cheguei em casa, tirei minha roupa e corri pro banho. Eu tava louco para fazer um sexo naquela sexta-feira, ainda mais em ter ouvido aquela voz, fez com que eu ficasse com um puta tesão que eu vim do trabalho até em casa imaginando como eu iria pegar ela de jeito como todas as outras vezes em que peguei. Até no banho não me controlei, toquei, imaginei aquela mulher se lambuzando com o meu pau como sempre fez. Putis, que tesão eu tava!

Saí do banho, coloquei uma roupa e fui. Não coloquei cueca e fui com um shorts de seda, só para ela ver e sentir - no caminho - o tesão que ela tinha despertado em mim e que naquela noite, ela estaria completamente perdida. E tava mesmo!

22hrs em ponto estava na frente da sua casa. Desci e esperei do lado da porta do banco do passageiro. Nem precisei ligar e já me deparei com ela abrindo seu portão, de salto, vestido curto - sem sutiã - batom vermelho, cabelo preso e com uma bolsa na mão. Rápidamente pensei: ''Que mulher!!!'' Então ela se aproximou com aquele rebolado, aquela cara de safada mordendo o lábio, beijou-me no canto da boca e apertou o meu pau dizendo:  E aí, moreno, vamos?

Não consegui nem responder. Abri a porta para ela entrar, fechei e fui para o meu banco. Entrei, liguei o carro e partirmos. Da casa dela à minha, era no máximo 15 minutos. E esses 15 minutos foram o mais demorado da minha vida toda e de puro tesão, puta-que-o-pariu - pensei: ''É hoje que eu acabo com essa mulher''. 

Eu tentava me concentrar para dirigir e desviava o meu olhar pra'quelas coxas brilhando. Eu tentava prestar atenção nos carros à frente e olhava pra'queles peitos redondos. Eu tentava me controlar, me segurar, mas ela era irresistível, não demorou para eu massagear suas coxas e atolar profundamente a minha mão na sua buceta. Que gostosa! Aff, ela era incrível, me entendia tanto que nem precisava falar e nem pedir, ela já me atacava com uma puta vontade de acabar comigo. 

Enquanto eu trocava a marcha do carro, ela pegava no meu pau. Enquanto eu massageava suas coxas, ela apertava firme minhas bolas. Eu louco de tesão e ela abusando de mim no meio do trânsito. Que cachorra! Os carros passavam ao lado, as pessoas passavam em frente e ela não tava nem aí. Ela queria aventura, prazer e sexo. Ela queria adrenalina, putaria e tapa na cara. Danada!

Chegamos em casa e já nos atacamos no quintal. O tesão era tanto e a vontade era absurda que até esqueci de pedir a pizza e só lembrei do vinho que estava na geladeira. E quem iria lembrar de comer pizza essas horas? Quem? Eu? Puff. A pizza era só um convite. Já o vinho era o nosso tesão predileto. Grudei nela por trás, segurando pela cintura levei para primeira porta de casa que dava entrada pra sala e disse. 

 É aqui, cachorra. 

Joguei-a no sofá e completei: 

― Senta e me espera. Hoje tu és minha, a minha cadela. Calma, vou pegar o vinho. Fica quietinha, que hoje eu que domino. Hoje quero exagerar, te sentir e te chupar. Quero novidade, surpresa sem dignidade. Quero que perca o juízo, do fim ao início. Senta, faz cara de puta e me usa. Sim, abusa, chupa e se lambuza. Hoje você é minha, cachorra, safada e puta!

Levei a garrafa de vinho em mãos, pois não queria dividir em taças. Queria a garrafa para nós dois, de boca em boca e de corpo em corpo. Despejava calmamente na sua boca o vinho diretamente da garrafa e já passava pra minha, tomando altas doses enquanto trocávamos beijos molhados sentindo o gosto do prazer que estavámos fazendo nascer ali. 

O tesão era tanto que até a garrafa eu devoraria depois dela. Foram várias doses e vários beijos, várias goles e apertos. Sentada no sofá, cada dose que ela tomava eu levantava mais o seu vestido. Cada dose que ela deixava cair sobre teus peitos, eu chupava até a última gota. 

Não dava para aguentar o tesão que essa mulher estava despertando em mim. Não demorou para eu atacá-la. Tirei todo o seu vestido e joguei pra longe. Deitei-a no sofá e cai de boca nos seus beijos. Joguei o vinho sobre seus peitos e não deixava pingar uma gota sequer, já chupava com vontade. Cada passada de língua sobre aquele corpo era um gemido. Cada aperto naquela cintura era um grito. Cada atolada de mão naquela buceta era uma morte de tesão pra'quela mulher. Realmente, ali, ela estava se sentindo nos céus.

Deitei ela no sofá de perna aberta, sentei-me no chão e comecei a chupá-la. Sim, sem nojo. Com tudo, com vontade e com tesão. Eu sou devorador, não tenho medo e nem frescurinha. Dou um talento mesmo. Medo tenho de não satisfazer a minha companheira pra depois ser debochado na rodinha de amigas. Eu satisfaço, devoro, acabo, e faço o trabalho completo. Dava um gole no vinho e atolava minha boca naquela buceta, fazendo com que ficasse mais molhada ainda. Derramava o vinho da garrafa sobre os seus peitos e olhava ele descendo até a sua barriga e subia rapidamente para chupar tudo antes de pingar uma gota no sofá. Que incrível! Que tesão! Que mulher! 

Ali estava eu, doido de prazer e louco por ela. Ficava frente a frente com a sua boca. Peito à peito. Aproveitava cada pingo de suor derramado de prazer. Abraçava com força para ela me sentir por inteiro. Te cobria de beijos sob o seu corpo todo até chegar na parte em que te arrepiava. E cada vez que ela se retorcia naquele sofá, mais eu atacava. Dava tesão em ver ela apertando aquelas almofadas em sua boca querendo fazer escandâlo. Eu ficava louco quando descia minha boca perto do seu grelo e chupava, sugava, lambia, completamente, vendo ela se entortar toda empurrando mais a sua buceta na minha boca. Aff, que mulher!

E eu pedia: 

― Soca, esfrega, empurra, cadela. Grita e geme. Quer mais? que buceta quente. Se concentra, relaxa, e goza. Não tenha pressa, eu espero a hora. Vem, me lambuza, e me usa. Sou seu, todo seu, então sinta mais prazer que eu. Vai, é agora, pode tremer, mas não se apavora. 

Ela já não me ouvia mais, estava alucinda de prazer e com a buceta latejando doida para gozar. Suas mãos já não tinha mais forças para segurar a minha cabeça. Seu corpo já estava todo soado do vinho em que derramei. Sua boca estava tremendo de tesão que a despertei. E quando atolei doidos dedos dentro dela, acariciando seu clítoris, e chupando-o sem parar, ela gozou, li-te-ral-men-te, assim mesmo, de-va-gar-zi-nho, sussurrando, gemendo, tudo, tudo na minha boca.

Fernando Oliveira.